Esse é um dos maiores medos durante a crise.
E também um dos mais estudados.
No pânico, o coração acelera por ativação do sistema de
alarme,
não por falha cardíaca.
O problema não é o coração.
É o medo do que esse sintoma significa.
Quando a pessoa entende isso profundamente,
a crise começa a perder poder.
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