Caros amigos,
Na próxima quarta feira, dia 11/02,estarei sendo entrevistado no Chat da revista Boa Forma. O tema será "Relacionamentos".
Aguardo você!
Grande abraço
Tommaso
Dr Marco Tommaso é psicólogo e psicoterapeuta pela U.S.P.Atuou em pesquisa e atendimento no IPQ HC USP. É credenciado pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade. Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010. Assessoria psicológica para modelos e agências. Colunista da revista Boa Forma. Especialista em transtornos de ansiedade e de personalidade, transtornos alimentares e acompanhamento psicológico em programas de emagrecimento. Colunista de psicologia do site www.giselebundchen.com.br.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
PALESTRA NO FANTÁSTICO (TV GLOBO)
Caros amigos,
Na próxima terça feira estarei gravando palestra para Fantástico , TV Globo, no quadro "Garota Fantástica". É um reality show que visa selecionar candidatas a modelos. Falarei sobre Transtornos Alimentares. Em primeira mão, um dos textos que as 16 finalistas receberão.
Grande abraço
Tommaso
POR QUE MODELOS PODEM DESENVOLVER TRANSTORNOS ALIMENTARES?
A profissão de modelo é caracterizada por altos níveis de ansiedade. Entre as principais causas estão às mudanças devida a que uma profissional se submete. Muda de cidade, de estado, vem para a cidade grande, mora longe da família, com outras colegas, no inicio “onde cabe”, em alojamentos disponibilizados por suas agências. Deixa o grupo de amigas, a escola, os colegas e se engaja num meio profissional altamente competitivo. A tônica do trabalho é a imprevisibilidade. Tudo nesta profissão é imprevisível. Trabalhos conseguidos são cancelados, outros são agendados quando a menina não espera, o que “É” hoje, “não É” mais amanhã. Isso implica em altas doses de frustração e na necessidade de lidar com elas. Em seu dia a dia participam de testes, os chamados castings, onde serão avaliadas para determinado trabalho. Só que essa avaliação é arbitrária, subjetiva, sem nenhuma base racional. Dito de outra forma, um atleta é avaliado pelos números de seu desempenho. Na moda não! É um “serve” ou “não serve”, a mercê da boa vontade do cliente, nem sempre tão “boa” assim. No mesmo dia ouve que é alta demais, baixa demais, quem tem peito de mais ou de menos. Diga-se ainda, que muitos clientes não são tão educados... Muitas meninas sentem essa avaliação arbitrária como rejeição.
Outra exigência da profissão é a questão do tipo físico. Decretou-se que a medida do quadril de uma modelo não deve ultrapassar 90 cm... Porque? Eles também não sabem,... Mas fazem de conta que sabem... Isso quer dizer uma magreza quase patológica, se a menina não for autenticamente assim... Como a absoluta maioria das mulheres não é, esse é um atributo que ocorre em apenas 0,5 % da população feminina do mundo, a grande maioria começa a fazer grandes sacrifícios para emagrecer. Em outras palavras, para aderir a um determinado “padrão” passam a praticar comportamentos de risco: dietas loucas, jejuns, remédios sem prescrição médica, drogas, laxantes, diuréticos e outros, visando o tal quadril 90.
Juntando a ansiedade, o stress, a tensão e essa busca indiscriminada do “corpo profissional” exigido pelos senhores estilistas, autênticos donos da verdade e acima do bem e do mal, a menina entra numa faixa de risco que poderá levá-la a um transtorno alimentar.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove na Campanha pela Real Beleza
- Psicólogo das Agências Elite e L'Equipe de modelos.
11 - 3887 9738 www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br
http://tommasopsicologia.blogspot.com/
Rua Bento de Andrade, 121 Jardim Paulista São Paulo SP
Na próxima terça feira estarei gravando palestra para Fantástico , TV Globo, no quadro "Garota Fantástica". É um reality show que visa selecionar candidatas a modelos. Falarei sobre Transtornos Alimentares. Em primeira mão, um dos textos que as 16 finalistas receberão.
Grande abraço
Tommaso
POR QUE MODELOS PODEM DESENVOLVER TRANSTORNOS ALIMENTARES?
A profissão de modelo é caracterizada por altos níveis de ansiedade. Entre as principais causas estão às mudanças devida a que uma profissional se submete. Muda de cidade, de estado, vem para a cidade grande, mora longe da família, com outras colegas, no inicio “onde cabe”, em alojamentos disponibilizados por suas agências. Deixa o grupo de amigas, a escola, os colegas e se engaja num meio profissional altamente competitivo. A tônica do trabalho é a imprevisibilidade. Tudo nesta profissão é imprevisível. Trabalhos conseguidos são cancelados, outros são agendados quando a menina não espera, o que “É” hoje, “não É” mais amanhã. Isso implica em altas doses de frustração e na necessidade de lidar com elas. Em seu dia a dia participam de testes, os chamados castings, onde serão avaliadas para determinado trabalho. Só que essa avaliação é arbitrária, subjetiva, sem nenhuma base racional. Dito de outra forma, um atleta é avaliado pelos números de seu desempenho. Na moda não! É um “serve” ou “não serve”, a mercê da boa vontade do cliente, nem sempre tão “boa” assim. No mesmo dia ouve que é alta demais, baixa demais, quem tem peito de mais ou de menos. Diga-se ainda, que muitos clientes não são tão educados... Muitas meninas sentem essa avaliação arbitrária como rejeição.
Outra exigência da profissão é a questão do tipo físico. Decretou-se que a medida do quadril de uma modelo não deve ultrapassar 90 cm... Porque? Eles também não sabem,... Mas fazem de conta que sabem... Isso quer dizer uma magreza quase patológica, se a menina não for autenticamente assim... Como a absoluta maioria das mulheres não é, esse é um atributo que ocorre em apenas 0,5 % da população feminina do mundo, a grande maioria começa a fazer grandes sacrifícios para emagrecer. Em outras palavras, para aderir a um determinado “padrão” passam a praticar comportamentos de risco: dietas loucas, jejuns, remédios sem prescrição médica, drogas, laxantes, diuréticos e outros, visando o tal quadril 90.
Juntando a ansiedade, o stress, a tensão e essa busca indiscriminada do “corpo profissional” exigido pelos senhores estilistas, autênticos donos da verdade e acima do bem e do mal, a menina entra numa faixa de risco que poderá levá-la a um transtorno alimentar.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove na Campanha pela Real Beleza
- Psicólogo das Agências Elite e L'Equipe de modelos.
11 - 3887 9738 www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
"SER EMAGRECIDO 2"
Psicologia do Emagrecimento:“SER EMAGRECIDO II”
Por alguma razão a pessoa engordou. Pouco ou muito. Sobrepeso obesidade ou apenas acima dos padrões que imagina para si, claro, vinculados à nossa cultura.
Começa a busca pelo emagrecimento. Soluções mágicas, dietas da moda, “remédios” que resolvam o problema, “regimes”. Tudo, menos bom senso, equilíbrio e a compreensão que emagrecer exige comprometimento, paciência, mudança de estilo de vida.
Há sempre a esperança de que alguém o emagreça e logo! O “regime” é tão duro de seguir que precisa terminar logo! O máximo que consegue é perder algum peso cor algum tempo, se conseguir. Ai o peso volta e com ele a frustração e o reforço da baixa auto-estima, já tão comprometida.
A proposta honesta e viável de emagrecimento é emagrecer e PERMANECER MAGRO! Envolve comprometimento, participação ativa da pessoa, bom senso, perseverança. Muitas vezes é preciso mudar a cabaça para mudar peso.
A essência do tratamento é a modificação de hábitos alimentares. Diferentemente “regime”, a reorientação nutricional implica em novo aprendizado para ser executado para o resto da vida. Nem sempre a coisa é tão simples. Muitas vezes a comida mascara outros problemas de ordem psicológica que não são tratáveis nutricionalmente nem por medicação. É onde entra a psicologia, seguramente a área menos compreendida e mais negligenciada no tratamento.
Quem precisa de psicologia no processo de emagrecimento? Quem sabe o que fazer, mas não consegue fazer aquilo que sabe que deveria. Esse “não consegue” pode ser consciente ou não. Pode aparecer sob a forma de compulsão alimentar, ansiedade, tristeza, uma suposta fraqueza, nervosismo, irritabilidade. Outras vezes pode surgir como autêntica auto-sabotagem ao processo. Sempre que isto ocorre devemos pesquisar psicologicamente o que está por traz da obesidade. Quais os benefícios inconscientes que a pessoa possa ter engordando ou permanecendo gorda.
Emagrecer envolve o regate da auto-estima, do amor próprio, do sentimento de merecimento da felicidade. O resgate de prejuízos inúmeros que a própria doença, sim obesidade é doença crônica, possa ter trazido à pessoa. Prejuízos físicos, sociais, emocionais, afetivos. O desenvolvimento de estratégias que permitirão permanecer magro após a perda de peso. Lembre-se, quem consegue perder peso não é magro, ESTÁ MAGRO SE E ENQUANTO MANTIVER UM ESTILO MAGRO DE VIDA.
ESSE É O PAPEL DA PSICOLOGIA.
Esqueça as magias, o “SER EMAGRECIDO”. Se quiser emagrecer e permanecer magra o equilíbrio emocional é fundamental.´
Dr. Marco Antonio De Tommaso
• Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
• Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
• Credenciado pela Assoc Brás para Estudo da Obesidade
• Consultor da Unilever – Dove na Campanha pela Real Beleza
• Psicólogo das Agências LEquipe e Elite de modelos
www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br 11 – 3887 9738
Por alguma razão a pessoa engordou. Pouco ou muito. Sobrepeso obesidade ou apenas acima dos padrões que imagina para si, claro, vinculados à nossa cultura.
Começa a busca pelo emagrecimento. Soluções mágicas, dietas da moda, “remédios” que resolvam o problema, “regimes”. Tudo, menos bom senso, equilíbrio e a compreensão que emagrecer exige comprometimento, paciência, mudança de estilo de vida.
Há sempre a esperança de que alguém o emagreça e logo! O “regime” é tão duro de seguir que precisa terminar logo! O máximo que consegue é perder algum peso cor algum tempo, se conseguir. Ai o peso volta e com ele a frustração e o reforço da baixa auto-estima, já tão comprometida.
A proposta honesta e viável de emagrecimento é emagrecer e PERMANECER MAGRO! Envolve comprometimento, participação ativa da pessoa, bom senso, perseverança. Muitas vezes é preciso mudar a cabaça para mudar peso.
A essência do tratamento é a modificação de hábitos alimentares. Diferentemente “regime”, a reorientação nutricional implica em novo aprendizado para ser executado para o resto da vida. Nem sempre a coisa é tão simples. Muitas vezes a comida mascara outros problemas de ordem psicológica que não são tratáveis nutricionalmente nem por medicação. É onde entra a psicologia, seguramente a área menos compreendida e mais negligenciada no tratamento.
Quem precisa de psicologia no processo de emagrecimento? Quem sabe o que fazer, mas não consegue fazer aquilo que sabe que deveria. Esse “não consegue” pode ser consciente ou não. Pode aparecer sob a forma de compulsão alimentar, ansiedade, tristeza, uma suposta fraqueza, nervosismo, irritabilidade. Outras vezes pode surgir como autêntica auto-sabotagem ao processo. Sempre que isto ocorre devemos pesquisar psicologicamente o que está por traz da obesidade. Quais os benefícios inconscientes que a pessoa possa ter engordando ou permanecendo gorda.
Emagrecer envolve o regate da auto-estima, do amor próprio, do sentimento de merecimento da felicidade. O resgate de prejuízos inúmeros que a própria doença, sim obesidade é doença crônica, possa ter trazido à pessoa. Prejuízos físicos, sociais, emocionais, afetivos. O desenvolvimento de estratégias que permitirão permanecer magro após a perda de peso. Lembre-se, quem consegue perder peso não é magro, ESTÁ MAGRO SE E ENQUANTO MANTIVER UM ESTILO MAGRO DE VIDA.
ESSE É O PAPEL DA PSICOLOGIA.
Esqueça as magias, o “SER EMAGRECIDO”. Se quiser emagrecer e permanecer magra o equilíbrio emocional é fundamental.´
Dr. Marco Antonio De Tommaso
• Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
• Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
• Credenciado pela Assoc Brás para Estudo da Obesidade
• Consultor da Unilever – Dove na Campanha pela Real Beleza
• Psicólogo das Agências LEquipe e Elite de modelos
www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br 11 – 3887 9738
"SER EMAGRECIDO 2"
Psicologia do Emagrecimento:“SER EMAGRECIDO II”
Por alguma razão a pessoa engordou. Pouco ou muito. Sobrepeso obesidade ou apenas acima dos padrões que imagina para si, claro, vinculados à nossa cultura.
Começa a busca pelo emagrecimento. Soluções mágicas, dietas da moda, “remédios” que resolvam o problema, “regimes”. Tudo, menos bom senso, equilíbrio e a compreensão que emagrecer exige comprometimento, paciência, mudança de estilo de vida.
Há sempre a esperança de que alguém o emagreça e logo! O “regime” é tão duro de seguir que precisa terminar logo! O máximo que consegue é perder algum peso cor algum tempo, se conseguir. Ai o peso volta e com ele a frustração e o reforço da baixa auto-estima, já tão comprometida.
A proposta honesta e viável de emagrecimento é emagrecer e PERMANECER MAGRO! Envolve comprometimento, participação ativa da pessoa, bom senso, perseverança. Muitas vezes é preciso mudar a cabaça para mudar peso.
A essência do tratamento é a modificação de hábitos alimentares. Diferentemente “regime”, a reorientação nutricional implica em novo aprendizado para ser executado para o resto da vida. Nem sempre a coisa é tão simples. Muitas vezes a comida mascara outros problemas de ordem psicológica que não são tratáveis nutricionalmente nem por medicação. É onde entra a psicologia, seguramente a área menos compreendida e mais negligenciada no tratamento.
Quem precisa de psicologia no processo de emagrecimento? Quem sabe o que fazer, mas não consegue fazer aquilo que sabe que deveria. Esse “não consegue” pode ser consciente ou não. Pode aparecer sob a forma de compulsão alimentar, ansiedade, tristeza, uma suposta fraqueza, nervosismo, irritabilidade. Outras vezes pode surgir como autêntica auto-sabotagem ao processo. Sempre que isto ocorre devemos pesquisar psicologicamente o que está por traz da obesidade. Quais os benefícios inconscientes que a pessoa possa ter engordando ou permanecendo gorda.
Emagrecer envolve o regate da auto-estima, do amor próprio, do sentimento de merecimento da felicidade. O resgate de prejuízos inúmeros que a própria doença, sim obesidade é doença crônica, possa ter trazido à pessoa. Prejuízos físicos, sociais, emocionais, afetivos. O desenvolvimento de estratégias que permitirão permanecer magro após a perda de peso. Lembre-se, quem consegue perder peso não é magro, ESTÁ MAGRO SE E ENQUANTO MANTIVER UM ESTILO MAGRO DE VIDA.
ESSE É O PAPEL DA PSICOLOGIA.
Esqueça as magias, o “SER EMAGRECIDO”. Se quiser emagrecer e permanecer magra o equilíbrio emocional é fundamental.´
Dr. Marco Antonio De Tommaso
• Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
• Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
• Credenciado pela Assoc Brás para Estudo da Obesidade
• Consultor da Unilever – Dove na Campanha pela Real Beleza
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www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br 11 – 3887 9738
Por alguma razão a pessoa engordou. Pouco ou muito. Sobrepeso obesidade ou apenas acima dos padrões que imagina para si, claro, vinculados à nossa cultura.
Começa a busca pelo emagrecimento. Soluções mágicas, dietas da moda, “remédios” que resolvam o problema, “regimes”. Tudo, menos bom senso, equilíbrio e a compreensão que emagrecer exige comprometimento, paciência, mudança de estilo de vida.
Há sempre a esperança de que alguém o emagreça e logo! O “regime” é tão duro de seguir que precisa terminar logo! O máximo que consegue é perder algum peso cor algum tempo, se conseguir. Ai o peso volta e com ele a frustração e o reforço da baixa auto-estima, já tão comprometida.
A proposta honesta e viável de emagrecimento é emagrecer e PERMANECER MAGRO! Envolve comprometimento, participação ativa da pessoa, bom senso, perseverança. Muitas vezes é preciso mudar a cabaça para mudar peso.
A essência do tratamento é a modificação de hábitos alimentares. Diferentemente “regime”, a reorientação nutricional implica em novo aprendizado para ser executado para o resto da vida. Nem sempre a coisa é tão simples. Muitas vezes a comida mascara outros problemas de ordem psicológica que não são tratáveis nutricionalmente nem por medicação. É onde entra a psicologia, seguramente a área menos compreendida e mais negligenciada no tratamento.
Quem precisa de psicologia no processo de emagrecimento? Quem sabe o que fazer, mas não consegue fazer aquilo que sabe que deveria. Esse “não consegue” pode ser consciente ou não. Pode aparecer sob a forma de compulsão alimentar, ansiedade, tristeza, uma suposta fraqueza, nervosismo, irritabilidade. Outras vezes pode surgir como autêntica auto-sabotagem ao processo. Sempre que isto ocorre devemos pesquisar psicologicamente o que está por traz da obesidade. Quais os benefícios inconscientes que a pessoa possa ter engordando ou permanecendo gorda.
Emagrecer envolve o regate da auto-estima, do amor próprio, do sentimento de merecimento da felicidade. O resgate de prejuízos inúmeros que a própria doença, sim obesidade é doença crônica, possa ter trazido à pessoa. Prejuízos físicos, sociais, emocionais, afetivos. O desenvolvimento de estratégias que permitirão permanecer magro após a perda de peso. Lembre-se, quem consegue perder peso não é magro, ESTÁ MAGRO SE E ENQUANTO MANTIVER UM ESTILO MAGRO DE VIDA.
ESSE É O PAPEL DA PSICOLOGIA.
Esqueça as magias, o “SER EMAGRECIDO”. Se quiser emagrecer e permanecer magra o equilíbrio emocional é fundamental.´
Dr. Marco Antonio De Tommaso
• Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
• Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
• Credenciado pela Assoc Brás para Estudo da Obesidade
• Consultor da Unilever – Dove na Campanha pela Real Beleza
• Psicólogo das Agências LEquipe e Elite de modelos
www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br 11 – 3887 9738
domingo, 14 de dezembro de 2008
II CONFERÊRNCIA INTERNACIONAL DE MODELOS
Acabo de palestrar na II Conferência Internacional de Modelos! Foi um evento magnífico,da empresária e agente MARLA DREBES,da Agência Four Models. Marla é emérita
"descobridora" de talentos. Entre outros,Shirley Mallmann e Jeisa Chiminazzo! O evento por ela organizado reuniu cerca de 800 modelos de diferentes idades, interagindo com profissionais de diversas formações e orientações.Tive o prazer e a honra de responder pela área de saúde. Marla e o meu amigo Renato Guedes, incansáveis na organização e no esmero de cada detalhe, estão de parabéns! Contem sempre comigo!
Grande abraço
Tommaso
"descobridora" de talentos. Entre outros,Shirley Mallmann e Jeisa Chiminazzo! O evento por ela organizado reuniu cerca de 800 modelos de diferentes idades, interagindo com profissionais de diversas formações e orientações.Tive o prazer e a honra de responder pela área de saúde. Marla e o meu amigo Renato Guedes, incansáveis na organização e no esmero de cada detalhe, estão de parabéns! Contem sempre comigo!
Grande abraço
Tommaso
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
PALESTRA SEGUNDA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE MODELOS
Caros amigoa
No próximo domingo, dia 14/12, estarei palestrando na II Convenção Intrenacional de Modelos, evento que reune cerca de 800 modelos de rodo o pais. O evento será em São Paulo, no Hotel Holiday Inn, Anhembí.Passo a vocês a chamada publicada no Jornal AGORA, do Rio Grande do Sul.
Jovens partem para convenção de modelos em São Paulo
Trinta e um jovens, 15 do Rio Grande e 16 de Pelotas, embarcaram ontem para São Paulo, onde participam a partir desta sexta-feira, 12, da segunda edição da Convenção Internacional de Modelos.
Durante três dias, os jovens participam de três cursos: Fotogenia, Passarela e Interpretação de texto e registro de imagem. Após cada curso, os aspirantes passam por testes executados por emissoras de televisão, produtores de elenco e de moda. O evento irá proporcionar ainda workshops com atores e palestras com profissionais do ramo. Entre esses profissionais, destaca-se a presença do produtor da São Paulo Fashion Week, Daniel Freire, e o psicólogo e psicoterapeuta de Gisele Bündchen, Marco Antonio De Tommaso. De acordo com os organizadores do evento, os jovens assistiram a outras 20 apresentações nacionais e internacionais.
Responsável pela Agência Four Models e reconhecida por descobrir diversos talentos, a empresária Marla Drebes salienta que "esse tipo de evento é uma grande oportunidade para aqueles que buscam uma carreira como modelo". De acordo com a empresária, a convenção torna o acesso mais fácil entre modelos e os clientes internacionais.
Essa é a maior convenção de modelos da América Latina. Cerca de doze agências mundiais avaliarão o desempenho dos jovens. O repórter Bruno Kairalla, do Jornal Agora, estará presente no evento, enviando informações para a imprensa local.
No próximo domingo, dia 14/12, estarei palestrando na II Convenção Intrenacional de Modelos, evento que reune cerca de 800 modelos de rodo o pais. O evento será em São Paulo, no Hotel Holiday Inn, Anhembí.Passo a vocês a chamada publicada no Jornal AGORA, do Rio Grande do Sul.
Jovens partem para convenção de modelos em São Paulo
Trinta e um jovens, 15 do Rio Grande e 16 de Pelotas, embarcaram ontem para São Paulo, onde participam a partir desta sexta-feira, 12, da segunda edição da Convenção Internacional de Modelos.
Durante três dias, os jovens participam de três cursos: Fotogenia, Passarela e Interpretação de texto e registro de imagem. Após cada curso, os aspirantes passam por testes executados por emissoras de televisão, produtores de elenco e de moda. O evento irá proporcionar ainda workshops com atores e palestras com profissionais do ramo. Entre esses profissionais, destaca-se a presença do produtor da São Paulo Fashion Week, Daniel Freire, e o psicólogo e psicoterapeuta de Gisele Bündchen, Marco Antonio De Tommaso. De acordo com os organizadores do evento, os jovens assistiram a outras 20 apresentações nacionais e internacionais.
Responsável pela Agência Four Models e reconhecida por descobrir diversos talentos, a empresária Marla Drebes salienta que "esse tipo de evento é uma grande oportunidade para aqueles que buscam uma carreira como modelo". De acordo com a empresária, a convenção torna o acesso mais fácil entre modelos e os clientes internacionais.
Essa é a maior convenção de modelos da América Latina. Cerca de doze agências mundiais avaliarão o desempenho dos jovens. O repórter Bruno Kairalla, do Jornal Agora, estará presente no evento, enviando informações para a imprensa local.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
O COMPROMETIMENTO NA PSICOTERAPIA DO EMAGRECIMENTO
PSICOTERAPIA NO EMAGRECIMENTO: O COMPROMETIMENTO
Atribui-se a Isac Marks, psiquiatra inglês, famosa frase referindo-se ao papel do cliente na psicoterapia: “ou trabalha, trabalha, trabalha, ou sofre, sofre, sofre”. Com isso querendo dizer que o processo psicoterápico implica em participação ativa.
Em se tratando de emagrecimento esse aspecto é ainda mais relevante. Há muitas vezes uma expectativa mágica, por parte do cliente, que a terapia em si o emagrecerá.
A psicoterapia é um processo ativo. Terapeuta e cliente trabalham em parceria, tendo um objetivo comum: o bem estar do cliente. Nem sempre é fácil submeter-se a esse trabalho. Dificuldades deverão ser enfrentadas, resistências, obstáculos. É primordial perseverança, tolerância à frustração.
O cliente típico de emagrecimento passou por diversas experiências frustrantes. Muitas dietas, longo histórico de tentativas de emagrecimento, ansiedade, pressão social, baixa auto-estima, sentimentos de inferioridade e, em muitos casos, compulsão alimentar. Poderá ter tido toda uma vida de situações que evitou devido a seu peso. Além da rejeição social, poderá ter enfrentando a pior delas: a rejeição por si mesmo.
Ao procurar ajuda psicológica, poderá fazê-lo com expectativas mágicas. O terapeuta o fará emagrecer. Conseqüentemente, sua atitude poderá ser passiva e isso levá-lo a se decepcionar.
Então, ao submeter-se à psicoterapia, pense nisso: sua atitude determinará o sucesso de seu tratamento. Isso exige empenho, disponibilidade para enfrentar as condições adversas que o acompanham e modificar comportamentos que o levarão a adotar estilo de vida magro. Psicoterapia não é um processo de resultados imediatos, “para ontem”. Muitas vezes implica em reestruturar toda a personalidade. No caso do emagrecimento objetivo é emagrecer e permanecer magra para o resto da vida. Não é fazer mais uma dieta por algum tempo. Implica em identificar as razões, fora a fome, que levam a pessoa a se exceder na comida. São comportamentos “automáticos”? Forma indireta de gratificação? A comida atua diminuindo a ansiedade e a depressão? Existem outros problemas emocionais associados? Causa ou efeito? No fundo, a pessoa quer mesmo emagrecer? Será que tem algum benefício inconsciente permanecendo gorda? A comida é um prazer que está no lugar de outros? A auto-imagem, como está? Quase sempre para mudar e manter o novo peso precisamos mudar a nossa imagem corporal, tanto mais debilitada quanto mais antigo for o histórico de obesidade/sobrepeso. Há a necessidade de promover a ressocialização do ex gordo. E a manutenção? O novo magro não é magro! ESTÁ MAGRO se e enquanto se mantiver psicológica e nutricional mente magro!
Marks tem razão! Ou trabalha, trabalha, trabalha, ou sofre, sofre, sofre! Mas, vale a pena!
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
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11 - 3887 9738 www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br
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Rua Bento de Andrade, 121 Jardim Paulista São Paulo
Atribui-se a Isac Marks, psiquiatra inglês, famosa frase referindo-se ao papel do cliente na psicoterapia: “ou trabalha, trabalha, trabalha, ou sofre, sofre, sofre”. Com isso querendo dizer que o processo psicoterápico implica em participação ativa.
Em se tratando de emagrecimento esse aspecto é ainda mais relevante. Há muitas vezes uma expectativa mágica, por parte do cliente, que a terapia em si o emagrecerá.
A psicoterapia é um processo ativo. Terapeuta e cliente trabalham em parceria, tendo um objetivo comum: o bem estar do cliente. Nem sempre é fácil submeter-se a esse trabalho. Dificuldades deverão ser enfrentadas, resistências, obstáculos. É primordial perseverança, tolerância à frustração.
O cliente típico de emagrecimento passou por diversas experiências frustrantes. Muitas dietas, longo histórico de tentativas de emagrecimento, ansiedade, pressão social, baixa auto-estima, sentimentos de inferioridade e, em muitos casos, compulsão alimentar. Poderá ter tido toda uma vida de situações que evitou devido a seu peso. Além da rejeição social, poderá ter enfrentando a pior delas: a rejeição por si mesmo.
Ao procurar ajuda psicológica, poderá fazê-lo com expectativas mágicas. O terapeuta o fará emagrecer. Conseqüentemente, sua atitude poderá ser passiva e isso levá-lo a se decepcionar.
Então, ao submeter-se à psicoterapia, pense nisso: sua atitude determinará o sucesso de seu tratamento. Isso exige empenho, disponibilidade para enfrentar as condições adversas que o acompanham e modificar comportamentos que o levarão a adotar estilo de vida magro. Psicoterapia não é um processo de resultados imediatos, “para ontem”. Muitas vezes implica em reestruturar toda a personalidade. No caso do emagrecimento objetivo é emagrecer e permanecer magra para o resto da vida. Não é fazer mais uma dieta por algum tempo. Implica em identificar as razões, fora a fome, que levam a pessoa a se exceder na comida. São comportamentos “automáticos”? Forma indireta de gratificação? A comida atua diminuindo a ansiedade e a depressão? Existem outros problemas emocionais associados? Causa ou efeito? No fundo, a pessoa quer mesmo emagrecer? Será que tem algum benefício inconsciente permanecendo gorda? A comida é um prazer que está no lugar de outros? A auto-imagem, como está? Quase sempre para mudar e manter o novo peso precisamos mudar a nossa imagem corporal, tanto mais debilitada quanto mais antigo for o histórico de obesidade/sobrepeso. Há a necessidade de promover a ressocialização do ex gordo. E a manutenção? O novo magro não é magro! ESTÁ MAGRO se e enquanto se mantiver psicológica e nutricional mente magro!
Marks tem razão! Ou trabalha, trabalha, trabalha, ou sofre, sofre, sofre! Mas, vale a pena!
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
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