VOCÊ QUER SER MAGRA?
Quem quer emagrecer muitas vezes protagoniza uma estória com dois personagens: ela e a comida. Parece sempre “emagrecendo” e nunca “magra”. O emagrecer parece mais cultivado que a própria magreza, como um fim em si mesmo e não como um meio de saúde, beleza e bem estar. Perpetuam-se dietas dos mais variados tipos, numa procura sem fim.
É sempre oportuno perguntar a quem quer emagrecer: “você quer ser magra ou emagrecer?”.
Paradoxalmente, para muitas pessoas que desejam, sinceramente, tornarem-se elegantes, emagrecimento é “perigoso”. Especialmente quando a gordura é “antídoto contra a intimidade”. A preocupação com emagrecimento pode camuflar a fuga de outros problemas que, não resolvidos, impossibilitarão o próprio emagrecimento... Por outro lado, esconder-se atrás da gordura pode funcionar como um “protetor de afeto”. “Sou rejeitada porque sou gorda” a poupa da experiência afetiva. Mas, por outro lado, sente falta e o alimento acaba sendo “nomeado” substituto do amor. É como morrer de sede, mas ter medo de ir ao bebedouro. O medo de amar esconde-se, muitas vezes, por trás da camada de gordura. A pessoa “enfeia-se”, isola-se. Acaba sendo “rejeitada” pelo seu comportamento, mas crê que o é pela sua aparência. Isso aumenta o estado de carência e daí para outro prato é um pulo... Quer e não quer a mesma coisa ao mesmo tempo!
No tratamento do emagrecimento temos que considerar que, em muitos casos, comida e peso são a cadeia final de intrincado sistema. Quando associados com falta de segurança, desamor, baixa auto-estima, rejeição, fantasias de abandono, raiva reprimida, problemas emocionais, pessoais, familiares, conflitos passados, NÃO HAVERÁ SUCESSO APENAS COM MEDICAMENTOS E DIETA, QUE SÃO NECESSÁRIOS, MAS NÃO SUFICIENTES.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010
- Articulista da revista Boa Forma “No Divã”
- Psicólogo da Agência L'Equipe de modelos.
- Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br
11 - 3887 9738 www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br
http://tommasopsicologia.blogspot.com/
Rua Bento de Andrade, 121 Jardim Paulista São Paulo
Dr Marco Tommaso é psicólogo e psicoterapeuta pela U.S.P.Atuou em pesquisa e atendimento no IPQ HC USP. É credenciado pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade. Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010. Assessoria psicológica para modelos e agências. Colunista da revista Boa Forma. Especialista em transtornos de ansiedade e de personalidade, transtornos alimentares e acompanhamento psicológico em programas de emagrecimento. Colunista de psicologia do site www.giselebundchen.com.br.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
MATÉRIA BOA FORMA FEVEREIRO 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
ENTREVISTA TV RECORD
Caros amigos,
Gravei hoje minha participação na matéria sobre distúrbios da imagem corporal para a TV Record. Essa participação irá, segundo a emissora, ao ar na próxima segunda feira, 13 / 02 no jornal FALA BRASIL, a partir das 8 h 40 min.
Grato
Tommaso
Gravei hoje minha participação na matéria sobre distúrbios da imagem corporal para a TV Record. Essa participação irá, segundo a emissora, ao ar na próxima segunda feira, 13 / 02 no jornal FALA BRASIL, a partir das 8 h 40 min.
Grato
Tommaso
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
EMAGRECIMENTO: "E...SE DER CERTO?"
EMAGRECIMENTO: “E SE DER CERTO”
É comum a pergunta do candidato a emagrecimento: “será que vai dar certo?” São freqüentes o medo e a impaciência diante do processo. Conscientemente todas as emoções são canalizadas para o tratamento, para a orientação médico-nutricional, a atividade física mais adequada.
Mas... O medo de não dar certo... as inúmeras vezes em que o próprio programa é sabotado, as desistências, um conformismo diante do insucesso, os adiamentos...
Quando a abordagem psicológica é incorporada num programa de emagrecimento, nota-se que muitas pessoas tem medo que dê certo! Querem porque querem emagrecer, mas temem ser magra. Nelas, a gordura tem função protetora, como se escondessem a si mesmos por traz dela. Permanecendo gordas podem evitar olhar de frente um problema afetivo, de relacionamento, tomar uma decisão importante. Bem ou mal ser gorda ou estar constantemente “emagrecendo” mas nunca se tornando magras, as poupa de resolverem estes problemas. “Não me relaciono porque sou gorda”. “Sou tímida porque sou gorda”. “Não aceitei este trabalho porque sou gorda”. Outros se defendem da própria sensualidade, “enfeiando-se”. Outras contestam passivamente um matrimonio e que não tem coragem de rever. Uma defesa contra a intimidade.
É o chamado ganho secundário, onde as pessoas têm algum benefício, quase sempre inconsciente, mantendo-se gordas, como outra os tem mantendo-se doentes.
É sempre necessário tratar-se globalmente a pessoa que quer emagrecer. Além dos fatores médico-nutricionais é fundamental que o lado psicológico seja trabalhado. Se houverem ganhos secundários que mantenham a pessoa gorda, deverão ser identificados e removidos, ou “virarão comida” na primeira dificuldade. Ou talvez até uma desistência branca, camuflada pelo MEDO DE DAR CERTO.
È FUNDAMENTAL QUE PESQUIZEMOS COM QUER EMAGRECER: E SE DER CERTO?
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Articulista da revista Boa Forma “No Divã”
- Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010
- Psicólogo da Agência L'Equipe de modelos.
- Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br
11 - 3887 9738 www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br
http://tommasopsicologia.blogspot.com/
Rua Bento de Andrade, 121 Jardim Paulista São Paulo
É comum a pergunta do candidato a emagrecimento: “será que vai dar certo?” São freqüentes o medo e a impaciência diante do processo. Conscientemente todas as emoções são canalizadas para o tratamento, para a orientação médico-nutricional, a atividade física mais adequada.
Mas... O medo de não dar certo... as inúmeras vezes em que o próprio programa é sabotado, as desistências, um conformismo diante do insucesso, os adiamentos...
Quando a abordagem psicológica é incorporada num programa de emagrecimento, nota-se que muitas pessoas tem medo que dê certo! Querem porque querem emagrecer, mas temem ser magra. Nelas, a gordura tem função protetora, como se escondessem a si mesmos por traz dela. Permanecendo gordas podem evitar olhar de frente um problema afetivo, de relacionamento, tomar uma decisão importante. Bem ou mal ser gorda ou estar constantemente “emagrecendo” mas nunca se tornando magras, as poupa de resolverem estes problemas. “Não me relaciono porque sou gorda”. “Sou tímida porque sou gorda”. “Não aceitei este trabalho porque sou gorda”. Outros se defendem da própria sensualidade, “enfeiando-se”. Outras contestam passivamente um matrimonio e que não tem coragem de rever. Uma defesa contra a intimidade.
É o chamado ganho secundário, onde as pessoas têm algum benefício, quase sempre inconsciente, mantendo-se gordas, como outra os tem mantendo-se doentes.
É sempre necessário tratar-se globalmente a pessoa que quer emagrecer. Além dos fatores médico-nutricionais é fundamental que o lado psicológico seja trabalhado. Se houverem ganhos secundários que mantenham a pessoa gorda, deverão ser identificados e removidos, ou “virarão comida” na primeira dificuldade. Ou talvez até uma desistência branca, camuflada pelo MEDO DE DAR CERTO.
È FUNDAMENTAL QUE PESQUIZEMOS COM QUER EMAGRECER: E SE DER CERTO?
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Articulista da revista Boa Forma “No Divã”
- Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010
- Psicólogo da Agência L'Equipe de modelos.
- Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br
11 - 3887 9738 www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
PALESTRA AGÊNCIA L'EQUIPE
Caros amigos,
No próximo dia 08/02/2012, quarta feira, estarei reiniciando minhas atividades com a L'Equipe. Irei palestrar para as meninas do elenco. Falaremos sobre saúde, equilíbrio emocional, comprometimento profissional, entre outros assuntos.
É muito importante, num meio tão polêmico como o da moda, encontrarmos agências em que a saúde e o ser humano são levados em conta.
Parabéns à L'Equipe.
No próximo dia 08/02/2012, quarta feira, estarei reiniciando minhas atividades com a L'Equipe. Irei palestrar para as meninas do elenco. Falaremos sobre saúde, equilíbrio emocional, comprometimento profissional, entre outros assuntos.
É muito importante, num meio tão polêmico como o da moda, encontrarmos agências em que a saúde e o ser humano são levados em conta.
Parabéns à L'Equipe.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
OBESOS COM COMPULSÃO ALIMENTAR
OBESOS COM COMPULSÃO ALIMENTAR
Estima-se que cerca de 30% das pessoas que procuram tratamento para emagrecimento são portadores de compulsão alimentar, que é definida como a ingestão de quantidades excessivas de alimento, em período limitado de tempo, com sensação de perda de controle sobre o episódio,habitualmente às escondidas, com acentuada angústia e culpa por tal comportamento. Habitualmente não é a fome ou o prazer que desencadeia o ato de comer, mas a ansiedade, que é provisoriamente aliviada. O alimento é ingerido muito depressa, indiscriminadamente, quase sem mastigar.
Obesos com compulsão alimentar apresentam comprometimento psicológico superior àqueles sem compulsão. Há associação pronunciada com depressão, ansiedade, baixa autoestima e problemas de personalidade.
Habitualmente tornaram-se obesos mais precocemente, apresentam histórico mais longo e múltiplas dietas. Passam praticamente a vida toda tentando perder peso. Sentem-se permanentemente culpados, incapazes, especialmente após suas “orgias” alimentares, que eles juram, “será a última”.
Este subgrupo de obesos É PARTICULARMENTE REFRATÁRIO À ORIENTAÇÂO NUTRICIONAL COMO PRIMEIRA ABORDAGEM VISANDO EMAGRECIMENTO. Quando conseguem perder algum peso aparecem “rebotes” e acabam ganhando ainda mais, após o “término” da dieta, geralmente após um excesso alimentar diante do qual sente que “tudo está perdido”.
Nestes casos o primeiro momento de um tratamento deverá ser voltado para o CONTROLE DA COMPULSÃO ALIMENTAR e POSTERIORMENTE o emagrecimento.
É fundamental que sejam tratadas as emoções negativas que acompanham o comer compulsivo, como ansiedade, depressão, a dificuldade de controle dos impulsos, sem o que as chances de emagrecimento são acentuadamente reduzidas.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no Instituto de Psiquiatria do H.C. U.S.P.
- Credenciado pela Assoc Brás para Estudo da Obesidade.
- Consultor da Unilever-Dove de 2004 a 2010
- Articulista da Revista Boa Forma “No Divã”
- Psicólogo da Agência de L’Equipe de modelos
- Consultor de Psicologia do site www.giselebundchen.com.br
11 – 3887 9738 tommaso@terra.com.br www.tommaso.psc.br
Estima-se que cerca de 30% das pessoas que procuram tratamento para emagrecimento são portadores de compulsão alimentar, que é definida como a ingestão de quantidades excessivas de alimento, em período limitado de tempo, com sensação de perda de controle sobre o episódio,habitualmente às escondidas, com acentuada angústia e culpa por tal comportamento. Habitualmente não é a fome ou o prazer que desencadeia o ato de comer, mas a ansiedade, que é provisoriamente aliviada. O alimento é ingerido muito depressa, indiscriminadamente, quase sem mastigar.
Obesos com compulsão alimentar apresentam comprometimento psicológico superior àqueles sem compulsão. Há associação pronunciada com depressão, ansiedade, baixa autoestima e problemas de personalidade.
Habitualmente tornaram-se obesos mais precocemente, apresentam histórico mais longo e múltiplas dietas. Passam praticamente a vida toda tentando perder peso. Sentem-se permanentemente culpados, incapazes, especialmente após suas “orgias” alimentares, que eles juram, “será a última”.
Este subgrupo de obesos É PARTICULARMENTE REFRATÁRIO À ORIENTAÇÂO NUTRICIONAL COMO PRIMEIRA ABORDAGEM VISANDO EMAGRECIMENTO. Quando conseguem perder algum peso aparecem “rebotes” e acabam ganhando ainda mais, após o “término” da dieta, geralmente após um excesso alimentar diante do qual sente que “tudo está perdido”.
Nestes casos o primeiro momento de um tratamento deverá ser voltado para o CONTROLE DA COMPULSÃO ALIMENTAR e POSTERIORMENTE o emagrecimento.
É fundamental que sejam tratadas as emoções negativas que acompanham o comer compulsivo, como ansiedade, depressão, a dificuldade de controle dos impulsos, sem o que as chances de emagrecimento são acentuadamente reduzidas.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no Instituto de Psiquiatria do H.C. U.S.P.
- Credenciado pela Assoc Brás para Estudo da Obesidade.
- Consultor da Unilever-Dove de 2004 a 2010
- Articulista da Revista Boa Forma “No Divã”
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
ATIVIDADE FÍSICA
ATIVIDADE FÍSICA
Não tem dúvida: a melhor forma de aumentar a taxa metabólica é a atividade física e metabolismo ativo faz bem para todas as funções do nosso corpo. É isso mesmo, o exercício físico ativa o metabolismo por muitas horas e produz endorfina, uma espécie de “hormônio do prazer” e daí reduz o stress e a ansiedade. E está provado que o stress favorece a produção e o armazenamento de gordura, especialmente na região abdominal. Portanto, não pense no exercício apenas como um jeito de queimar calorias, mas como um “remédio” que resolve muitos problemas e, acima de tudo, nos traz bem estar.
Mesmo sabendo de tudo que temos a ganhar com o exercício, nem sempre a gente tem disciplina ou ânimo para começar. Ou então, mesmo, em fase de muita tensão a gente perde o pique. Neste caso, tente o seguinte:
• Vá para a academia (clube ou parque onde se exercita) e comece a malhar sem compromisso de cumprir uma rotina completa. Combine com você mesma que pode parar se desanimar. Em 90% das vezes, você vai concluir seu programa e, no final, vai se sentir ótima.
• Associe o exercício ao prazer. E escolha uma atividade de que você goste para que seja divertida e não se transforme numa obrigação. O melhor exercício é aquele que combina com você.
• O melhor exercício, psicologicamente falando, é aquele que você sente vontade de fazer de novo amanhã!
• Há pessoas que não gostam tanto do exercício, mas sim da sensação de bem estar que vem quando se conclui a rotina.
• Tente transformar o exercício físico numa rotina como escovar os dentes, por exemplo! Convença-se de que o ser humano não foi feito para ficar parado.
• A endorfina produzida durante o exercício melhora a produção de outras substâncias naturais do organismo. Alivia tensões e funciona como poderoso auxiliar no tratamento de depressões leves.
• Procure encarar o exercício como um prazer. Quando ele se torna competitivo ou quando você estabelece metas muito ambiciosas, cria mais tensão na sua vida.
Não tem dúvida: a melhor forma de aumentar a taxa metabólica é a atividade física e metabolismo ativo faz bem para todas as funções do nosso corpo. É isso mesmo, o exercício físico ativa o metabolismo por muitas horas e produz endorfina, uma espécie de “hormônio do prazer” e daí reduz o stress e a ansiedade. E está provado que o stress favorece a produção e o armazenamento de gordura, especialmente na região abdominal. Portanto, não pense no exercício apenas como um jeito de queimar calorias, mas como um “remédio” que resolve muitos problemas e, acima de tudo, nos traz bem estar.
Mesmo sabendo de tudo que temos a ganhar com o exercício, nem sempre a gente tem disciplina ou ânimo para começar. Ou então, mesmo, em fase de muita tensão a gente perde o pique. Neste caso, tente o seguinte:
• Vá para a academia (clube ou parque onde se exercita) e comece a malhar sem compromisso de cumprir uma rotina completa. Combine com você mesma que pode parar se desanimar. Em 90% das vezes, você vai concluir seu programa e, no final, vai se sentir ótima.
• Associe o exercício ao prazer. E escolha uma atividade de que você goste para que seja divertida e não se transforme numa obrigação. O melhor exercício é aquele que combina com você.
• O melhor exercício, psicologicamente falando, é aquele que você sente vontade de fazer de novo amanhã!
• Há pessoas que não gostam tanto do exercício, mas sim da sensação de bem estar que vem quando se conclui a rotina.
• Tente transformar o exercício físico numa rotina como escovar os dentes, por exemplo! Convença-se de que o ser humano não foi feito para ficar parado.
• A endorfina produzida durante o exercício melhora a produção de outras substâncias naturais do organismo. Alivia tensões e funciona como poderoso auxiliar no tratamento de depressões leves.
• Procure encarar o exercício como um prazer. Quando ele se torna competitivo ou quando você estabelece metas muito ambiciosas, cria mais tensão na sua vida.
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