DICAS PARA FAZER AS PAZES COM O ESPELHO
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Dr Marco Tommaso é psicólogo e psicoterapeuta pela U.S.P.Atuou em pesquisa e atendimento no IPQ HC USP. É credenciado pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade. Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010. Assessoria psicológica para modelos e agências. Colunista da revista Boa Forma. Especialista em transtornos de ansiedade e de personalidade, transtornos alimentares e acompanhamento psicológico em programas de emagrecimento. Colunista de psicologia do site www.giselebundchen.com.br.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
TÓPICOS SOBRE DEPENDÊNCIA AFETIVA
TÓPICOS SOBRE DEPENDÊNCIA
AFETIVA
- Os únicos amores incondicionais são os
amores dos pais. Os demais constituem contratos bilaterais.
- Amar não é sofrer. Não confunda “amor”
com crises emocionais.
- Num relacionamento
onde haja amor recíproco há respeito mútuo e não ocorre a submissão a maus
tratos emocionais. As pessoas que se amam não perdem sua identidade e
dignidade.
- Existem diferentes
foras de dependência afetiva. Todas têm em comum a baixa autoestima, a sensação de
imerecimento, de ser amada.
- O ponto central das
dependências afetivas é o medo do abandono, da rejeição. Isso leva a
pessoa a se submeter a qualquer coisa para evitá-la, mesmo as custas de
sua dignidade. Há tendência a assimilar e desculpar maus tratos
emocionais, por exemplo, em nome da “infância infeliz” do parceiro. LEMBRE-SE: VOCÊ NÃO É A TERAPEUTA DELE!
- Ocorre perda da
identidade. A pessoa pensa e age obsessivamente com foco no outro, deixa
de fazer coisas importantes em sua vida, que passa a girar em torno do
objeto de afeto. A busca de recompensas afetivas gira exclusivamente em
torno do parceiro. O restante da
vida fica de lado.
- Qualquer mudança tênue no humor do outro é interpretada como eminência de perda e todos os esforços são mobilizados no sentido de evitar o abandono, quaisquer que sejam as conseqüências. Qualquer sofrimento é melhor que o rompimento. A pessoa passa a emitir a resposta implícita “faça o que quiser, mas não me abandone”.
- Essa dependência é
patológica e como tal precisa ser tratada psicoterapicamente.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
RELAÇÂO MÃE FILHA:NA PERCEPÇÃO DA PRÓPRIA BELEZA
IMAGEM CORPORAL
Relação mãe - filha : A IMPORTÂNCIA DA MÃE
A interiorização dos valores estéticos se dá
por uma forma de aprendizagem denominada “MODELAÇÃO”.
Modelação é uma
forma de aprendizagem onde a criança adquire determinados comportamentos observando
pessoas significativas afetivamente realizar. Esse aprendizado pode ser
transmitido e adquirido
involuntariamente.
No caso, a mãe é modelo de comportamento e de
identificação para a filha. Sua importância será crucial na formatação da
autoimagem e autoestima da filha.
A influência cultural virá depois. Embora de
fortíssimo apelo, se a menina tiver a mãe como primeira influenciadora terá
menos dependência da cultura. Porém, além de palavras, deverá haver exemplos. O
comportamento da mãe deverá ser coerente com suas instruções. Nossas instruções
serão muito mais persuasivas se nós, de fato, as praticarmos.
Quanto maior a auto aceitação estética da
mãe, maior será auto-aceitação da filha. QUANTO MAIS REALIZADA FOR A MÃE MENOR
PRESSÃO EXERCERÁ SOBRE A FILHA.
A criança não questiona a expectativa da mãe.
Questiona a própria adequação. Então, diante de expectativas estéticas muito elevadas,
a criança sentir-se-a feia e inadequada e procederá como tal. NÃO TENDO A
RETAGUARDA MATERNA, procurará referências nas amigas e
na mídia.
Quando sente que não corresponde na maior
parte das vezes a essas expectativas, desenvolve insegurança. E essa
insegurança poderá acompanhá-la para o resto de sua vida, não importando quão
bela esteja.
Sempre é oportuno lembrar: a satisfação com a
própria aparência é muito mais função da autoestima do que da atração física em si. E o vértice mais
importante do ser e estar é o SENTIR-SE bonita! É o desenvolvimento de uma
relação saudável com sua beleza.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de2004 a 2010
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de
- Articulista da revista Boa Forma “No Divã”
- Psicólogo da Agência L'Equipe de modelos.
- Psicólogo da Agência L'Equipe de modelos.
- Consultor de psicologia do site
www.giselebundchen.com.br/estilo
11 - 3887 9738 www.tommaso.psc.br tommaso@terra.com.br
Rua Bento de
Andrade, 121 Jardim Paulista São
Paulo
sexta-feira, 3 de maio de 2013
AUTO SABOTAGEM : O MEDO DE SER FELIZ
AUTO SABOTAGEM : O “MEDO DE SER FELIZ”
Algumas pessoas temem que um projeto seu,
mesmo que embasado em sua competência, “não dê certo”. Mas, com freqüência,
quando indagadas “e se der certo?”, notamos embaraço e surpresa. Parecem entrar
na situação “para não dar certo”. Parecem se auto sabotar!Tudo foi planejado
corretamente, com detalhes, mas, na hora H. algo ocorreu e tudo ruiu. E, muitas
vezes, por um ato que ela avalia como “involuntário” ou casual.
Estas pessoas parecem ter sido
“programadas”, modeladas pela educação para “darem errado”. Não se sentem
merecedoras da felicidade. Sua baixa autoestima faz com que, embora
conscientemente aspirem a felicidade, inconscientemente sabotem seus mais
sinceros ideais. E, quanto mais baixa a autoestima, menor será a capacidade de
se sentirem merecedoras do sucesso. Quando entabolam um projeto não se preparam
para vencer, mas para serem vitimas perdedoras. Quando há um conflito entre um
conteúdo inconsciente e uma vontade consciente... vence o lado inconsciente.
Ser feliz parece proibido para as pessoas
de baixa autoestima. A felicidade parece incomodar, gerar ansiedade e
desconforto. Parece evocar ecos do passado que dizem “não mereço ser feliz”.
Muitas vezes ocorrem culpa e sensação de inferioridade. Diante da eminência do
sucesso é como se a pessoa se sentisse um impostor, passível de ser descoberto
a qualquer momento. A falta de coragem de assumir a felicidade faz com que, ao
invés de questionar essas vozes destrutivas num diálogo interno, acreditem
piamente nela e a obedeçam.
O medo da felicidade não é conseqüência
da incompetência, mas da má avaliação da própria competência. Como se,
apesar de desejarem seus objetivos, tivessem uma sensação íntima de
incapacidade. A voz interna do imerecimento parece dizer “você é um engodo!”!
Na base está a baixa autoestima. A
sensação de que seu destino não é ser feliz. Um sentimento de culpa baseado em
crenças errôneas acerca de si mesmo, do ambiente e do futuro. Pessoas com baixa
autoestima se condenam com a autopunição e provocam o insucesso e sua
ocorrência reforça as crenças subjacentes de incapacidade. A profecia
inconsciente se realiza. Diferentemente, pessoas com autoestima adequada perseveram,
tomando o insucesso como oportunidade de aprendizado, e aumentam as chances de
vitória.
"SÍNDROME DO IMPOSTOR: OS SENTIMENTOS DE INFERIORIDADE
Popularmente,
falamos em uma “Síndrome do Impostor”, querendo dizer que muitas pessoas
autenticamente competentes, não se vêem como tal. Focalizam muito mais suas
falhas que seus êxitos. Parecem recear que alguém descubra sua essência, a seu
ver, incompetente. Acreditam serem bem sucedidos por sorte, fatores externos,
favorecimentos ou qualquer outra coisa, menos por sua capacidade. Não se sentem
merecedoras do sucesso. Muitas se auto sabotam. Para elas, a felicidade parece
ser perigosa. Parecem abrigar um sensor interno que, tão logo constate que
estão felizes, parece dizer “Perigo! Felicidade à vista!”. É o “medo de ser
feliz”. O nome “síndrome do impostor” vem do fato que essas pessoas parecem se
sentir como um impostor prestes a ser descoberto. Diante de um elogio dizem
para si mesmo “Se soubessem como eu sou, não diriam isso”. Entre o que são
efetivamente e o que pensam a seu respeito, há o que chamamos uma dissonância
cognitiva que gera ansiedade, culpa, evitação, reforçando os sentimentos de
inferioridade e insegurança já existentes. Desenvolvem um tipo de
perfeccionismo que as leva à inércia. O erro entra como testemunho de
incompetência e não como oportunidade de aprendizagem. Thomaz Edson, em sua
busca da lâmpada elétrica, testara 10 000 fórmulas químicas que redundaram em insucesso. Seus
assistentes diziam: “mestre , o senhor já tentou 10 000 fórmulas e até agora
não conseguiu!” Ao que Edson respondeu : “Eu já sei 10 000 fórmulas que não dão
certo!”E da perseverança baseada na crença em sua capacidade veio o sucesso.
Daí a frase sábia: “O gênio é 99% de transpiração e 1% de inspiração”.
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