segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

AUTOSSABOTAGEM NO EMAGRECIMENTO?



De certa maneira, todos temos pontualmente pensamentos negativos em relação a nossas metas e projetos. A dúvida,o desconhecido, o ainda não realizado geram ansiedade e, ao preenchermos o hiato entre o presente e o futuro poderemos ter momentos de vacilo.

No emagrecimento é comum pessoas se perderem quando estavam no caminho certo.

Desde um deslize eventual na parte nutricional até pensamentos negativos podem desencadear o processo. Pior,muitas ocorre fora da consciência, como se o candidato tivesse um ganho secundário permanecendo gordo, não se sentindo merecedor do  resultado positivo. 

Frequentemente isso ocorre quando a meta está próxima... Um derivado do "medo de ser feliz". A manifestação consciente pode começar com um deslize nutricional que poderia ser facilmente revertido. Um ato falho,como esquecer o lanche da tarde, ou fazer uma dieta mais rígida do necessário. Ou uma concessão consentida.Um exemplo clínico: a pessoa volta feliz da nutricionista, perdeu algum peso e "comemora"...comendo...Parece ter uma pseudo auto suficiência momentânea..."Quando quiser volto a emagrecer"...Ou "perdi 2 kg,se eu engordar meio,estou no lucro...".Passa o boi e depois a boiada toda...Vem a culpa e a sensação de descontrole...Outros pensamentos sabotadores podem antecipar grandes deslizes ; "eu mereço", "só hoje", "quer saber?" e outros. Promessas feitas hoje e que não serão cumpridas amanhã. Simples formas de tentar diminuir a ansiedade que virá reforçada pela culpa.

A autossabotagem é mais frequente em longos históricos de tentativas de emagrecimento, onde a imagem corporal tenha sido alterada e , com ela,a autoestima. Sabemos que a baixa autoestima é o denominador comum nos transtornos alimentares.

Se você se identifica com um desses exemplos observe que, sempre que há um conflito entre a consciente vontade de emagrecer e fatores inconscientes contrários, vence o lado inconsciente.

Se a autossabotagem estiver presente e não for tratada, põe por terra os mais competentes projetos médico-nutricionais. A pessoa quer e não quer a mesma coisa ao mesmo tempo.
Nestes casos, a abordagem psicológica é fundamental. Essa autossabotagem deverá ser identificada e tratada.

Dr. Marco Antonio De Tommaso
-  Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
-  Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
-  Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
-  Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010
-  Articulista da revista Boa Forma “ Divã”
-  Tratamento da ansiedade e da compulsão alimentar
-  Assessoria psicológica para modelos e agências
-  Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br


11 - 3887 9738    www.tommaso.psc.br  tommaso@terra.com.br



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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

terça-feira, 29 de novembro de 2016

POR QUE INCLUIR A ABORDAGEM PSICOLÓGICA NO EMAGRECIMENTO?

POR QUE INCLUIR A ABORDAGEM PSICOLÓGICA NO EMAGRECIMENTO?

Emagrecimento pressupõe mudança de hábitos, de comportamento. Mais que perder peso, emagrecer é mudar a cabeça para, consequentemente, mudar peso. Mudanças mobilizam ansiedade, incerteza, medo do desconhecido. A própria natureza do comportamento alimentar inadequado, que leva à comida, é complexa. Muitas vezes é ligada a sentimentos de culpa, ansiedade, angustia, raiva, preocupação, depressão, stress, obsessões, insônia, ciúmes. Problemas afetivos, sexuais, de relacionamento, conjugais, desajuste familiar, podem ter na comida um “remédio” indevido, sem que a pessoa se dê conta.

     A abordagem médico/nutricional trabalha o lado lógico do emagrecimento. Trabalha o comportamento nutricional, regido pela lógica, pelo aprendizado, visando prover o organismo dos nutrientes necessários. O comportamento alimentar, mais simples, instintivo, primitivo é, muitas vezes, alterado pelos elementos emocionais acima. Se a pessoa está equilibrada psicologicamente e motivada, em tese pode emagrecer sem problemas. Ocorre que, entre “saber o que fazer” e “conseguir fazer o que a pessoa sabe que deveria”, muitas vezes vai um abismo. A alteração de comportamento que leva ao prato tem caráter basicamente emocional, ilógico e muitas vezes não acessível às abordagens tradicionais, necessárias, mas não suficientes.

     Porque isso ocorre? Se o alimento tem outra função, que não nutrir, se é utilizado como “remédio” para males para os quais não foi feito ou para resolver problemas que não resolve, mas mascara, ao restringir ao menos a quantidade de comida provoca o recrudescimento dessas emoções que atenuava. Se a pessoa não tem maneiras mais adequadas de lidar com seus problemas a comida vai ser, novamente, trazida à tona como “salvação”. Aí o comportamento nutricional que se tentou introduzir pode ter vida curta. Retirou-se uma estratégia de sobrevivência emocional da pessoa e não se desenvolveu outra. A pessoa irá sentir-se à mercê dos sentimentos que a comida camuflava. E não irá aderir às prescrições médicas.

     Aí entra a psicologia. Trazer o alimento à sua real função. Para tal são necessárias a identificação e modificação daquelas emoções que impedem a consecução dos objetivos do candidato a emagrecimento.

                     Dr. Marco Antonio De Tommaso
-  Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
-  Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
-  Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
-  Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010
-  Tratamento da ansiedade e da compulsão alimentar
-  Articulista da revista Boa Forma “ Divã”
-  Assessoria psicológica para modelos e agências
-  Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br (Em reformulação)


11 - 3887 9738    www.tommaso.psc.br  tommaso@terra.com.br



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terça-feira, 16 de agosto de 2016