terça-feira, 8 de julho de 2025

Por que sofro Tanto com o fim das Relações? Quando a ruprura ativa feridas antigas

 Por Que Sofro Tanto com o Fim das Relações? Quando a Ruptura Ativa Feridas Antigas

 

Você já se sentiu emocionalmente devastado após o fim de uma relação, mesmo quando sabia que ela não fazia mais sentido? Já teve a sensação de que o outro "levou algo de você", ou que ficou difícil até respirar?

 

Se sua resposta for sim, saiba: você não está sozinho.

 

O fim de um relacionamento, seja ele amoroso, de amizade ou até mesmo profissional, pode ativar feridas profundas — muitas vezes adormecidas — e trazer à tona emoções que parecem desproporcionais ao momento vivido.

 

Mas o que explica isso?

 

Quando o fim reabre o passado

Terminar uma relação pode significar muito mais do que apenas dizer adeus. Para muitas pessoas, o fim de um vínculo reativa experiências anteriores de abandono, rejeição, desvalorização ou negligência emocional.

 

🔹 O outro deixa de responder às mensagens?

Você revive, sem perceber, a dor de não ter sido ouvido na infância.

 

🔹 Alguém decide se afastar?

Você sente, como antigamente, que não é digno de amor.

 

🔹 A relação acaba?

Você se vê sozinho, inseguro e perdido — não apenas no presente, mas numa cadeia de sentimentos que talvez carregue há anos.

 

Essas reações não são exagero. São ecos emocionais de histórias mal resolvidas, que continuam influenciando suas escolhas e sofrimentos hoje.

 

Você se identifica com frases como:

“Ninguém nunca fica ao meu lado.”

“Sempre sou deixado para trás.”

“O problema sou eu.”

“Eu me apego rápido e depois sofro demais.”

 

Se sim, talvez não seja só sobre quem foi embora...

Talvez seja sobre quem você foi, como foi tratado, e o que aprendeu a esperar das relações.

 

Psicoterapia: o caminho para quebrar o ciclo

A boa notícia é que não precisa ser sempre assim.

A psicoterapia oferece um espaço seguro e ético para:

 

·       Identificar padrões de vínculo disfuncionais

·        Resgatar sua autoestima e autonomia afetiva

·        Entender a origem da dor para que ela não se repita

·        Aprender a se despedir sem se destruir

 

Você merece viver relações mais leves, saudáveis e equilibradas — começando pela mais importante de todas: a que tem consigo mesmo.

 

Está cansado de sofrer tanto com os términos?

Talvez seja hora de olhar com mais profundidade para essa dor.

 

Entre em contato comigo. Agende uma conversa.

 Atendimentos online, com sigilo, experiência e acolhimento.

 

Não adie o cuidado com o que te paralisa.

Psicoterapia transforma.

Mensagem para 11 97255  1945

 

 

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Tratamento da Ansiedade: Exposição Gradual

 TRATAMENTO DA ANSIEDADE: EXPOSIÇÃO GRADUAL

Entendendo a Curva da Ansiedade

 

 

 

A CURVA DE EXPOSIÇÃO À ANSIEDADE

 

 O conceito da curva de exposição à ansiedade é fundamental para entendermos como a exposição gradual pode ajudar a reduzir os níveis de ansiedade em situações temidas. Como especialista em ansiedade, posso explicar esse fenômeno mais detalhadamente.

 

A curva de exposição à ansiedade, muitas vezes representada como um "U" invertido, descreve a relação entre o tempo de exposição a uma situação temida e o grau de ansiedade experimentado. Aqui está uma explicação mais detalhada:

 

Aumento inicial da ansiedade: Quando uma pessoa é exposta pela primeira vez a uma situação que provoca ansiedade, é comum que seus níveis de ansiedade aumentem. Isso ocorre porque o cérebro percebe a situação como uma ameaça, desencadeando uma resposta de ansiedade para preparar o organismo para lidar com o perigo percebido. Essa fase inicial pode ser bastante intensa, com picos de ansiedade.

 

Platô de ansiedade: Após o aumento inicial da ansiedade, os níveis de ansiedade tendem a atingir um platô, onde permanecem relativamente estáveis durante um período de exposição contínua à situação temida. Nesse ponto, o cérebro começa a perceber que a situação não é tão perigosa quanto inicialmente pensava, e a resposta de ansiedade diminui para um nível mais gerenciável.

 

Declínio da ansiedade: Com o tempo, à medida que a pessoa permanece exposta à situação temida, os níveis de ansiedade começam a diminuir gradualmente. Isso ocorre porque o cérebro está recebendo informações de que a situação não representa uma ameaça real e que a pessoa pode lidar com ela de forma eficaz. A exposição prolongada permite que a pessoa aprenda que seus medos são infundados e que ela é capaz de enfrentar a situação sem experimentar consequências negativas significativas.

 

Esse padrão de aumento inicial, platô e declínio na ansiedade durante a exposição é central para a eficácia da terapia de exposição, uma abordagem comprovada no tratamento de transtornos de ansiedade. A terapia de exposição envolve enfrentar gradualmente as situações temidas, permitindo que a pessoa aprenda que suas preocupações são exageradas e que ela pode lidar com elas de forma eficaz. Ao longo do tempo, a exposição repetida leva a uma redução significativa na ansiedade e ao aumento da confiança na capacidade de lidar com situações desafiadoras.

 

 

Dr. Marco Antonio De Tommaso

 

 - Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo

- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento –

- Tratamento da ansiedade, pânico, depressão, emagrecimento, compulsão alimentar.

- Atendimento online

 - Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010

- Articulista da revista Boa Forma “ Divã”

- Assessoria psicológica para modelos e agências

- Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br (em reformulação)

 

11 – 97255 1945

 

www.marcotommaso.com.br

 

tommaso@terra.com.br

 

http://tommasopsicologia.blogspot.com/

 

http://www.facebook.com/marcoantonio.detommaso.5

quinta-feira, 5 de junho de 2025

 “Posso ter ansiedade clínica e não saber? Como identificar?”

 

Sim, é muito mais comum do que as pessoas imaginam. Muitas pessoas vivem anos com ansiedade clínica — um transtorno de ansiedade — sem sequer saber. Isso acontece porque, muitas vezes, os sintomas são confundidos com características da própria personalidade, com estresse, cansaço, nervosismo, timidez ou até mesmo com questões físicas.

 

Além disso, a ansiedade pode se manifestar de formas muito diversas: em alguns casos, ela é mais física; em outros, mais mental ou comportamental. E nem sempre aparece na forma de crises intensas. Ela pode ser crônica, silenciosa e altamente debilitante.

 

 Sinais de que você pode ter ansiedade clínica e não percebe:

 

·       Sinais emocionais e mentais constantes:

 

Preocupação excessiva, constante e desproporcional, muitas vezes sobre coisas pequenas ou hipotéticas.

 

Medo do futuro, de que algo ruim aconteça, mesmo sem motivo real.

 

Sensação de estar sempre “no limite”, alerta, esperando que algo dê errado.

 

Dificuldade de relaxar.

 

Pensamentos acelerados, ruminativos, que não desligam nunca.

 

Expectativa catastrófica: esperar sempre o pior.

 

·       Sinais físicos disfarçados:

Dores musculares constantes (ombros, nuca, costas).

 

Gastrite, desconforto intestinal ou síndrome do intestino irritável.

 

Tensão na mandíbula, bruxismo.

 

Fadiga constante, mesmo sem esforço físico.

 

Sensação de sufocamento, falta de ar, palpitações eventuais, tremores, sem causa aparente.

 

Insônia, sono agitado, dificuldade para pegar no sono ou acordar várias vezes à noite.

 

·       Sinais comportamentais:

Evitar compromissos, pessoas ou situações por medo do desconforto.

 

Procrastinar por medo de errar, de não dar conta ou de ser julgado.

 

Buscar excesso de controle sobre tudo para tentar minimizar a ansiedade.

 

Necessidade constante de confirmação dos outros (medo de errar, de não estar fazendo certo).

 

 Por que muita gente não percebe?

Porque normaliza o sofrimento. Acredita que “sempre foi assim”, que “isso é da minha personalidade”, ou que é apenas estresse da vida moderna. Além disso, muitos dos sintomas físicos são atribuídos a outras causas (como cansaço, má postura, problemas gástricos, etc.), sem perceber que a origem é emocional.

 

 Fato importante:

Ansiedade não se resume a ter uma crise intensa. Muitas vezes, o maior sofrimento está no dia a dia, na ansiedade silenciosa, que corrói energia, drena bem-estar e limita sua vida sem fazer barulho.

 

 A boa notícia:

Ansiedade tem tratamento. A psicoterapia é extremamente eficaz para ajudar a entender a origem da ansiedade, ressignificar padrões de pensamento, enfrentar medos e, sobretudo, treinar o cérebro a sair desse estado constante de alerta.

 

“Se você percebe que se encaixa nesses sinais, saiba que você não precisa viver assim. A psicoterapia pode transformar sua vida. Entre em contato e vamos conversar.”


Envie mensagem para 11 97255 1945

 

terça-feira, 27 de maio de 2025

A Busca por Controle Através das Superstições e das Previsões: Como Isso Aumenta a Ansiedade e o Sofrimento Emocional

  

A Busca por Controle Através das Superstições e das Previsões: Como Isso Aumenta a Ansiedade e o Sofrimento Emocional

 

Você sente que precisa de garantias sobre o futuro? Vive dependendo de sinais, superstições, horóscopos ou até cartomantes para tomar decisões? A ansiedade pode estar controlando a sua vida mais do que você imagina.

Este artigo é para você que busca entender:

Porque tanta gente recorre a previsões, oráculos e superstições;

 

Como isso está diretamente relacionado à ansiedade e ao sofrimento emocional;

 

E, sobretudo, como é possível se libertar desse ciclo e retomar o controle real da sua vida.

 

Por que buscamos previsões, superstições e sinais?

Quando a vida parece incerta — seja no amor, na saúde, no trabalho ou nas finanças —, nosso cérebro, naturalmente, tenta encontrar formas de reduzir a angústia e a ansiedade.

 

É aí que entram as superstições, os rituais, as consultas a cartomantes, videntes, mapas astrais ou qualquer outro tipo de previsão.

 

Essas práticas cumprem uma função psicológica clara: “controlar o incontrolável”. Elas oferecem, ainda que ilusoriamente, uma sensação momentânea de segurança e estabilidade.

 

Por trás dessa busca, existe quase sempre uma dificuldade profunda em lidar com:

 

O medo do erro;

 

O medo de perder;

 

O medo de ser rejeitado, de falhar, de sofrer.

 

É exatamente esse mecanismo que gera uma armadilha emocional extremamente perigosa.

 

A armadilha do controle ilusório: como a busca por garantias alimenta sua ansiedade

A princípio, consultar previsões ou acreditar em determinados rituais traz alívio. Mas esse alívio é curto. Pouco tempo depois, surgem dúvidas novas, inseguranças renovadas, e a pessoa se vê novamente prisioneira da incerteza.

 

 O ciclo é cruel:

 

Surge a dúvida, a ansiedade, o medo;

 

A pessoa recorre a previsões, sinais ou superstições para aliviar;

 

O alívio vem, mas é frágil e passageiro;

 

A dúvida volta — muitas vezes, mais forte ainda;

 

A ansiedade se intensifica, exigindo novos rituais, novas consultas, novas garantias.

 

 Resultado? O cérebro aprende que só pode ficar “calmo” se houver uma garantia externa. Isso enfraquece a autoconfiança, rouba a autonomia emocional e gera dependência psicológica.

 

É nesse ponto que a ansiedade se instala como um padrão crônico.

 

Superstições, ansiedade e sofrimento: os sinais de alerta

 

Você pode estar preso nesse ciclo se percebe que:

 

Sempre precisa “consultar alguma coisa” antes de tomar decisões;

 

Interpreta sinais, coincidências ou sonhos como determinantes;

 

Sente picos de ansiedade quando não consegue uma “confirmação” sobre o que deseja;

 

Tem rituais ou manias que acredita que trazem sorte ou evitam problemas;

 

Sofre com pensamentos obsessivos sobre o futuro;

 

Sente medo excessivo de errar, perder ou tomar decisões equivocadas.

 

Por que isso acontece? — A explicação psicológica

Do ponto de vista da psicologia clínica, a busca compulsiva por garantias externas está associada a:

 

Baixa tolerância à incerteza;

 

Déficits na regulação emocional;

 

Perfeccionismo rígido, onde qualquer possibilidade de erro gera sofrimento intenso;

 

Experiências de vida marcadas por frustração, rejeição, instabilidade ou traumas;

 

Estruturas psíquicas que funcionam na lógica do “controle mágico” — onde o indivíduo acredita que pode controlar o que, na verdade, é incontrolável.

 

 Essa dinâmica alimenta e retroalimenta transtornos como:

 

Ansiedade Generalizada (TAG);

 

Transtorno do Pânico;

 

Fobia Social;

 

Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC);

 

Depressão associada a sentimento crônico de impotência.

 

A ilusão do controle não resolve. Pelo contrário: adoece.

🔸 Nenhum ritual, previsão ou superstição é capaz de blindar alguém dos riscos da vida.

🔸 A tentativa de “controlar o incontrolável” apenas fragiliza a pessoa, gerando dependência, medo constante e, muitas vezes, paralisia diante das decisões.

🔸 E quanto mais buscamos garantias, menos confiamos na nossa própria capacidade de enfrentar os desafios.

 

Como romper esse ciclo?

 

A resposta está no fortalecimento da sua saúde emocional. E isso se faz com:

 

🔹 Psicoterapia especializada, que trabalha a raiz desses padrões;

 

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Você pode ser seu maior inimigo… sem perceber ! A autosabotagem...;

 Você pode ser seu maior inimigo… sem perceber

Você já se pegou desistindo bem na hora que as coisas começavam a dar certo?

Ou se afastando de pessoas que te fazem bem…
…e se aproximando, de novo, do que te machuca?

Pode ser que você esteja se sabotando.

E não, isso não é fraqueza.
É uma estratégia antiga que já te protegeu um dia — mas hoje te limita.

Muita gente vive com pensamentos silenciosos, mas constantes:

“Não mereço ser feliz.”
“Sempre estrago tudo.”
“Se melhorar, algo ruim vai acontecer.”

Essas frases não aparecem só na mente.
Elas se manifestam nas atitudes, nos padrões, nos "quases".

A autossabotagem é sorrateira.
Ela faz você:

– Procrastinar o que importa
– Desconfiar do amor que recebe
– Recusar oportunidades
– Criar problemas quando tudo parece calmo

E, aos poucos, ela te convence de que a dor é o seu lugar.

Mas não é.

A psicoterapia ajuda a identificar esses padrões — e reescrever sua história interna.
Você não precisa mais viver no modo "autoabandono".

Existe um caminho para se permitir merecer, receber e viver o que é seu — sem medo de ser feliz.

E tudo começa com uma decisão: cuidar de si com consciência.

 Se esse texto falou com você… talvez seja hora de falar comigo também.
Me manda uma mensagem. Vamos conversar com calma.
Você não precisa mais se sabotar.

 

sexta-feira, 2 de maio de 2025

Alarme falso na mente! Entendendo o pânico!

 Alarme Falso na Mente: Entendendo o Pânico

 

Imagine a seguinte situação: você está tranquilamente em casa quando, de repente, um alarme ensurdecedor dispara. Seu coração acelera, a respiração fica ofegante, você sente um frio na barriga e uma vontade incontrolável de fugir. Acontece que... não há incêndio, nem ladrão, nem perigo algum. O alarme simplesmente disparou por um defeito no sistema. Frustrante e assustador, não é?

 

Pois bem, uma crise de pânico funciona de maneira muito parecida com esse alarme defeituoso dentro de nós. É como se o nosso sistema interno de detecção de perigos fosse acionado de forma intensa e repentina, mesmo que não exista uma ameaça real presente.

 

De repente, sem aviso, sensações físicas intensas tomam conta do corpo: o coração parece querer saltar do peito, a respiração fica curta e rápida, as mãos suam, pode haver tremores, tontura e até a sensação de que vamos desmaiar ou morrer. A mente se enche de pensamentos catastróficos, como "vou perder o controle", "estou tendo um ataque cardíaco" ou "vou enlouquecer".

 

Assim como o alarme defeituoso que nos deixa em estado de alerta máximo sem motivo, a crise de pânico ativa a nossa resposta de "luta ou fuga" de forma exagerada. Essa resposta é uma reação natural do nosso organismo para nos proteger de perigos reais. No entanto, durante o pânico, essa reação é desencadeada indevidamente, causando um turbilhão de sensações físicas e emocionais aterrorizantes.

 

É importante entender que, apesar da intensidade dos sintomas, a crise de pânico em si não é perigosa para a saúde física. As sensações são reais e muito desconfortáveis, mas passageiras. Assim como o alarme para de tocar, a crise também tem um pico e diminui gradualmente.

 

Entender essa analogia do "alarme falso" pode ser o primeiro passo para desmistificar o pânico e buscar ajuda. Assim como um técnico pode consertar o alarme defeituoso, existem profissionais de saúde mental que podem nos ajudar a compreender e a lidar com esses "disparos" internos, ensinando estratégias para acalmar o sistema e retomar o controle.


 Vem conhecer o SOS PÂNICO! Vamos reconfigurar esse alarme! Lembre-se VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO (A) . Envie mensagem para 11 97255 1945

terça-feira, 8 de abril de 2025

A cura não vem do esquecer. Vem da lembrança sem dor (Freud)

 A cura não vem do esquecer. Vem  da lembrança sem dor (Freud)

 

Você já se perguntou por que é tão importante revisitar o passado durante uma psicoterapia? A famosa frase de Freud, "A cura não vem do esquecimento. Vem da lembrança sem dor", oferece uma perspectiva profunda sobre a natureza da cura psicológica. Vamos explorar como essa ideia se relaciona com a prática da Terapia do Esquema, uma abordagem terapêutica moderna que busca desvendar as raízes profundas dos nossos padrões emocionais.

 

O Poder da Lembrança Sem Dor

 

Quando Freud falou sobre "lembrança sem dor", ele estava destacando a importância de revisitar experiências passadas sem reviver a dor emocional associada a elas. Na Terapia do Esquema, esse princípio é fundamental. Ao explorarmos o passado, nosso objetivo não é reabrir feridas antigas, mas sim compreender como essas experiências moldaram nossos padrões emocionais e comportamentais atuais.

 

Por que Voltar ao Passado?

 

Você pode estar se perguntando por que é necessário reviver eventos passados para curar o presente. A resposta está na compreensão de que muitos dos nossos padrões emocionais e comportamentais têm suas raízes na infância e na adolescência. Ao explorarmos essas experiências, podemos identificar e desafiar os "esquemas emocionais" ou crenças negativas profundas que nos afetam ainda hoje.

 

A Jornada da Terapia do Esquema

 

Durante a Terapia do Esquema, trabalhamos em conjunto para explorar esses esquemas emocionais, identificar suas origens e desenvolver estratégias para superá-los. Utilizamos técnicas terapêuticas comprovadas, como a ressignificação de experiências passadas, a promoção do autocuidado e o desenvolvimento de habilidades de enfrentamento saudáveis.

 

Benefícios da Terapia do Esquema

 

Autoconhecimento Profundo: Ao explorar o passado, você ganha uma compreensão mais profunda de si mesmo, de suas necessidades e padrões emocionais.

 

Maior Resiliência: Ao desafiar e superar os esquemas emocionais negativos, você desenvolve uma maior resiliência emocional e uma capacidade maior de lidar com os desafios da vida.

 

Relacionamentos mais Satisfatórios: Ao compreender melhor suas próprias necessidades e padrões, você pode melhorar significativamente seus relacionamentos interpessoais.

 

Bem-Estar Emocional Duradouro: Ao enfrentar e superar os padrões disfuncionais, você experimenta um maior senso de paz interior e bem-estar emocional.

 

Dê o Primeiro Passo Rumo à sua Transformação Interior

 

Se você está pronto para desvendar os padrões emocionais que têm limitado sua vida e encontrar uma nova perspectiva, a Terapia do Esquema pode ser o próximo passo em sua jornada de autodescoberta e cura emocional. Não deixe que o passado continue a influenciar o seu presente. Agende uma consulta conosco hoje mesmo e dê o primeiro passo em direção à sua transformação interior.

 

Pronto para Transformar sua Vida? Agende sua Consulta Agora!

 

Não espere mais para começar sua jornada de cura e transformação. Entre em contato conosco hoje mesmo para agendar sua primeira consulta e dar o primeiro passo rumo a uma vida mais plena, satisfatória e emocionalmente equilibrada.

 

Dr. Marco Antonio De Tommaso

 

 - Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo

- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento –

- Tratamento da ansiedade, pânico, depressão, emagrecimento, compulsão alimentar.

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 - Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010

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