- Têm uma
visão realista de si mesmas com qualidades e defeitos.
- Se os
fatos assim o exigirem mudam sua forma de pensar. Prevalecem os fatos às
crenças.
- Encaram os
erros como oportunidades de aprendizado.
- Desenvolvem
flexibilidade e capacidade de adaptação.
- Apresentam
tolerância à frustração.
- Encaram as
mudanças como desafios. São atentas às oportunidades.
- São
assertivas e otimistas.
- Tem baixos
níveis de ansiedade. Confiam em si, na vida, no futuro.
- Respeitam
a si mesmas e aos outros.
- Submetem
os estímulos do meio à própria tábua de valores.
Dr Marco Tommaso é psicólogo e psicoterapeuta pela U.S.P.Atuou em pesquisa e atendimento no IPQ HC USP. É credenciado pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade. Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010. Assessoria psicológica para modelos e agências. Colunista da revista Boa Forma. Especialista em transtornos de ansiedade e de personalidade, transtornos alimentares e acompanhamento psicológico em programas de emagrecimento. Colunista de psicologia do site www.giselebundchen.com.br.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
CARACTERISTICAS DAS PESSOAS COM AUTOESTIMA ELEVADA
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
MATÉRIA NO UOL
"PARA SER MODELO PRECISA SABER LIDAR COM REJEIÇÃO"
http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2013/11/11/para-ser-modelo-adolescente-precisa-saber-lidar-com-rejeicao.htm
sábado, 9 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
SUA BELEZA NA MELHOR VERSÃO
- Goste-se
acima de tudo. De maneira incondicional. Incondicional não quer dizer
passiva. Mude o que pode ser mudado e conviva com o que não pode ou não
quer.
- Orgulhe-se
de ser você!
- Não busque
a aceitação do corpo de “fora para dentro”. Faça a satisfação interna se
reflita no corpo em saúde e qualidade de vida.
- Invista na
única beleza possível: na sua.
- Lembre-se
que tão importante que ser ou estar é SENTIR-SE BONITA.
- A
felicidade é componente essencial da atratividade e da beleza. Num certo
sentido, ser bonita é ser feliz.
- Valorize o
que é seu. Quais seus diferenciais?Aquilo que a torna única? Desenvolva
sua identidade estética.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de2004 a 2010
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de
- Articulista da revista Boa Forma “No Divã”
- Psicólogo das Agências Joy , L'Equipe e KeeMod de modelos.
- Psicólogo das Agências Joy , L'Equipe e KeeMod de modelos.
- Consultor de psicologia do site
www.giselebundchen.com.br
Rua Bento de
Andrade, 121 Jardim Paulista São
Paulo
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
PSICOLOGIA PARA NÃO ESPECIALISTAS: "SÍNDROME" DE PÂNICO
PSICOLOGIA PARA NÃO ESPECIALISTAS TRANSTORNO DO PÂNICO
1. Como é o Ataque de Pânico ?
A pessoa está numa situação tranqüila, vendo TV, dirigindo seu carro, ouvindo música ou mesmo dormindo. Subitamente é tomada pela sensação de que algo muito ruim vai acontecer. O coração dispara, as pernas ficam bambas, pode haver tremores, ondas de frio ou calor, sudorese, tonturas, como se estivesse pisando sobre nuvens ou bebido demais ou pisando sobre um barco flutuando. Aparecem sufocação, dor no peito, tremores, formigamento nas extremidades. Tem a sensação de que vai morrer, ficar louco, um terror eminente como quem vai ter um enfarte.
2. O que é o Ataque de Pânico?
Sem causa aparente, os sintomas de um ataque de pânico aparecem, “vem”. A pessoa pode sentir intenso temor ou desconforto associado a quatro ou mais dos seguintes sintomas, que se desenvolvem bruscamente e alcançam um pico em cerca de dez minutos:
· Palpitações (o coração dispara)
· sudorese
· tremores
· Sensação de falta de ar, sufocamento.
· Sensação de asfixia, afogamento
· dores no peito
· náusea, desconforto abdominal
· tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio
· medo de perder o controle, enlouquecer ou fazer algo embaraçoso
· medo de morrer
· sensação de formigamento de membros
· sensação de frio (calafrios) ou ondas de calor
· sensação de irrealidade ou de estar distanciado de si mesmo
Um ataque de pânico é uma das mais terríveis experiências que as pessoas podem experimentar. Sua duração é de cerca de 10 a 20 minutos entre os primeiros sinais e o ápice.
3. O que é o transtorno do pânico?
O que define o transtorno do pânico é a ocorrência repetida e aleatória de ataques de pânico ou a ocorrência de um único ataque de pânico, seguido do medo de ter outro e das possíveis conseqüências dos ataques de pânico ou uma alteração comportamental relacionada aos ataques, que consiste na evitação de situações ou locais onde, supõe, poderiam ter outro ataque. Como as crises são súbitas e aleatórias, a pessoa que teve uma crise dirigindo seu carro, por exemplo, pode deixar de dirigir por temer Ter outra crise guiando. Desenvolveu uma fobia como conseqüência da crise de pânico.
4. Quais as conseqüências da crise de pânico?
A principal conseqüência do ataque de pânico não tratado é a Agorafobia, medo generalizado que a pessoa desenvolve de ter outro ataque em lugares públicos ou não, onde a saída possa ser difícil, impossível, perigosa ou embaraçosa ou o socorro possa não estar disponível. Mais do que medo de determinado lugar é medo de ter medo neste lugar. Por isto a agorafobia é um autêntico “medo do medo”.
5. Quais as conseqüências do T. do Pânico não tratado?
O T.P. é extremamente incapacitante. A pessoa antecipa a ansiedade, sente medo de sair de casa, ficar sozinha e pode permanecer reclusa em casa. 60% das pessoas com pânico narram em sua primeira entrevista que ficaram tão presas ao lar que não puderam trabalhar. Freqüentemente confundido com problemas cardiológicos, causa prejuízos pela busca incessante de médicos e exames, até que o diagnóstico correto seja feito. Afeta como um todo a qualidade de vida da pessoa. Abandono de empregos, demissões, problemas familiares, de relacionamento e outros estão presentes. É elevada a percentagem de ocorrência de depressão, abuso de álcool ou drogas visando minimizar o desconforto.
6. Qual o tratamento para o Transtorno do Pânico?
O ataque de pânico é tratado com medicação e Psicoterapia Comportamental e Cognitiva As conseqüências emocionais decorrentes, a agorafobia, através da Psicoterapia Comportamental e Cognitiva. A abordagem psicológica visa aumentar a resistência aos sintomas físicos e psicológicos da ansiedade, refazer a qualidade de vida e tratar dos fatores anteriores que predisponham à situação. Trata também de fatores emocionais associados, como depressão, abuso de álcool e drogas, re - socialização do paciente e outros pré-existentes.
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