Dr Marco Tommaso é psicólogo e psicoterapeuta pela U.S.P.Atuou em pesquisa e atendimento no IPQ HC USP. É credenciado pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade. Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010. Assessoria psicológica para modelos e agências. Colunista da revista Boa Forma. Especialista em transtornos de ansiedade e de personalidade, transtornos alimentares e acompanhamento psicológico em programas de emagrecimento. Colunista de psicologia do site www.giselebundchen.com.br.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
AUTOSSABOTAGEM NO EMAGRECIMENTO?
De certa
maneira, todos temos pontualmente pensamentos negativos em relação a nossas
metas e projetos. A dúvida,o desconhecido, o ainda não realizado geram
ansiedade e, ao preenchermos o hiato entre o presente e o futuro poderemos ter
momentos de vacilo.
No
emagrecimento é comum pessoas se perderem quando estavam no caminho certo.
Desde um
deslize eventual na parte nutricional até pensamentos negativos podem
desencadear o processo. Pior,muitas ocorre fora da consciência, como se o
candidato tivesse um ganho secundário permanecendo gordo, não se sentindo
merecedor do resultado positivo.
Frequentemente
isso ocorre quando a meta está próxima... Um derivado do "medo de ser
feliz". A manifestação consciente pode começar com um deslize nutricional
que poderia ser facilmente revertido. Um ato falho,como esquecer o lanche da
tarde, ou fazer uma dieta mais rígida do necessário. Ou uma concessão
consentida.Um exemplo clínico: a pessoa volta feliz da nutricionista, perdeu
algum peso e "comemora"...comendo...Parece ter uma pseudo auto
suficiência momentânea..."Quando quiser volto a emagrecer"...Ou
"perdi 2 kg,se eu engordar meio,estou no lucro...".Passa o boi e
depois a boiada toda...Vem a culpa e a sensação de descontrole...Outros pensamentos
sabotadores podem antecipar grandes deslizes ; "eu mereço", "só
hoje", "quer saber?" e outros. Promessas feitas hoje e que não
serão cumpridas amanhã. Simples formas de tentar diminuir a ansiedade que virá
reforçada pela culpa.
A
autossabotagem é mais frequente em longos históricos de tentativas de
emagrecimento, onde a imagem corporal tenha sido alterada e , com ela,a
autoestima. Sabemos que a baixa autoestima é o denominador comum nos
transtornos alimentares.
Se você se
identifica com um desses exemplos observe que, sempre que há um conflito entre
a consciente vontade de emagrecer e fatores inconscientes contrários, vence o
lado inconsciente.
Se a
autossabotagem estiver presente e não for tratada, põe por terra os mais
competentes projetos médico-nutricionais. A pessoa quer e não quer a mesma
coisa ao mesmo tempo.
Nestes
casos, a abordagem psicológica é fundamental. Essa autossabotagem deverá ser
identificada e tratada.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de2004 a 2010
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de
- Articulista da revista Boa Forma “ Divã”
- Tratamento da ansiedade e da compulsão alimentar
- Assessoria psicológica para modelos e agências
- Assessoria psicológica para modelos e agências
- Consultor de psicologia do site
www.giselebundchen.com.br
Rua
Bento de Andrade, 121 Jardim Paulista
São Paulo
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
POR QUE INCLUIR A ABORDAGEM PSICOLÓGICA NO EMAGRECIMENTO?
POR
QUE INCLUIR A ABORDAGEM PSICOLÓGICA NO EMAGRECIMENTO?
Emagrecimento
pressupõe mudança de hábitos, de comportamento. Mais que perder peso, emagrecer
é mudar a cabeça para, consequentemente, mudar peso. Mudanças mobilizam
ansiedade, incerteza, medo do desconhecido. A própria natureza do comportamento
alimentar inadequado, que leva à comida, é complexa. Muitas vezes é ligada a
sentimentos de culpa, ansiedade, angustia, raiva, preocupação, depressão,
stress, obsessões, insônia, ciúmes. Problemas afetivos, sexuais, de
relacionamento, conjugais, desajuste familiar, podem ter na comida um “remédio”
indevido, sem que a pessoa se dê conta.
A abordagem médico/nutricional trabalha o
lado lógico do emagrecimento. Trabalha o comportamento nutricional, regido pela
lógica, pelo aprendizado, visando prover o organismo dos nutrientes
necessários. O comportamento alimentar, mais simples, instintivo, primitivo é,
muitas vezes, alterado pelos elementos emocionais acima. Se a pessoa está
equilibrada psicologicamente e motivada, em tese pode emagrecer sem problemas.
Ocorre que, entre “saber o que fazer” e “conseguir fazer o que a pessoa sabe
que deveria”, muitas vezes vai um abismo. A alteração de comportamento que
leva ao prato tem caráter basicamente emocional, ilógico e muitas vezes não
acessível às abordagens tradicionais, necessárias, mas não suficientes.
Porque isso ocorre? Se o alimento tem
outra função, que não nutrir, se é utilizado como “remédio” para males para os
quais não foi feito ou para resolver problemas que não resolve, mas mascara, ao
restringir ao menos a quantidade de comida provoca o recrudescimento dessas
emoções que atenuava. Se a pessoa não tem maneiras mais adequadas de lidar com
seus problemas a comida vai ser, novamente, trazida à tona como “salvação”. Aí
o comportamento nutricional que se tentou introduzir pode ter vida curta. Retirou-se
uma estratégia de sobrevivência emocional da pessoa e não se desenvolveu outra.
A pessoa irá sentir-se à mercê dos sentimentos que a comida camuflava. E não
irá aderir às prescrições médicas.
Aí entra a psicologia. Trazer o alimento à
sua real função. Para tal são necessárias a identificação e modificação
daquelas emoções que impedem a consecução dos objetivos do candidato a
emagrecimento.
Dr.
Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de2004 a 2010
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de
- Tratamento da ansiedade e da compulsão
alimentar
- Articulista da revista Boa Forma “ Divã”
- Assessoria psicológica para modelos e agências
- Assessoria psicológica para modelos e agências
- Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br (Em
reformulação)
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quarta-feira, 23 de novembro de 2016
terça-feira, 16 de agosto de 2016
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