segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PSICOLOGIA DO EMAGRECIMENTO: PREMISSAS


PSICOLOGIA DO EMAGRECIMENTO: PREMISSAS


1.        A psicologia é utilizada para tratar as razões que bloqueiam o tratamento nutricional.

2.         Obesidade é doença crônica e multifatorial. Diversas causas podem agir de forma independente para diferentes pessoas. Desta maneira o tratamento deve ser individualizado e em muitos casos a psicologia deve ser acrescentada no projeto.

3.         Os conflitos emocionais podem ser efeito da obesidade. Mas, em outros casos, a obesidade pode ser uma forma inadequada de expressar as emoções.

4.        A obesidade é doença crônica que se agrava na medida em que aumenta o excesso de gordura.

5.        O aumento de gordura é o sintoma principal e evidente da obesidade, mas não é, em vários casos, toda a obesidade.

6.        O comportamento alimentar inadequado pode ser um sintoma manifesto de psicopatologia latente.

7.        Causa ou efeito, os conflitos emocionais que houverem deverão ser tratados para se obter sucesso.



                     Dr. Marco Antonio De Tommaso
-  Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
-  Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
-  Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
-  Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010
- Articulista da revista Boa Forma “No Divã”
-  Psicólogo da Agência  L'Equipe de modelos.
-  Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br


11 - 3887 9738    www.tommaso.psc.br  tommaso@terra.com.br


Rua Bento de Andrade, 121    Jardim Paulista     São Paulo





quarta-feira, 8 de agosto de 2012

BELEZA FEMININA: O "PADRÃO"


BELEZA FEMININA: O “PADRÃO”


Padrão é um atributo que 50% das pessoas ostentem. A inteligência de Einstein  é admirável, mas não é padrão. Correr 100m em 9 segundos e pouco como o fez Bolt nos Jogos Olímpicos é notável, mas não é padrão. Até aí, tudo OK.

 Em matéria de beleza a cultura ocidental impôs ditatorialmente  um biótipo que convencionou chamar de “padrão” e que é encontrado em  apenas 0,5 % das mulheres do mundo, se tanto e que é expresso pela beleza das modelos, autenticas exceções genéticas! Se considerarmos biologicamente, o padrão corresponderia a um IMC de 18,5 a 24,5, que a OMS considera a faixa em que há menor risco para doenças. O biótipo de uma modelo implica num IMC de 16,5 a 17,0 ou menos...Se ela não for autenticamente assim, será classificada como subnutrida!

Então, querida amiga, não se preocupe! O “padrão” não é padrão! Procure a beleza nas diferenças, não na igualdade. Desenvolva a sua identidade estética, sem se preocupar em seguir regras. Quais são seus diferenciais? Aquilo que a torna única? Beleza é muito mais que medidas de quadril, cintura ou cor de olhos. Beleza é indissociável de saúde e da autoestima. Em matéria de beleza não existe o”mais que”, mas o diferente de”. RESPEITE O SEU BIOTIPO!

Lembre-se, a maneira pela qual você se vê é muito mais função da autoestima do que da atratividade física.


                    Dr. Marco Antonio De Tommaso
-  Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
-  Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
-  Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
-  Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010
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MATÉRIA DA REVISTA W RUN AGOSTO COM MINHA PARTICIPAÇÃO


terça-feira, 7 de agosto de 2012

BELEZA E AUTOESTIMA


AUTOESTIMA E BELEZA



     A percepção que a pessoa tem de si mesma é influenciada pela autoestima. É ela quem determina a leitura que a mente fará da aparência do corpo.
     Pessoas com autoestima positiva se aceitam mais e se vêm melhores. Gostam de si, apreciam o que é delas sem se comparar com ninguém.
     São mais felizes e faz da beleza um meio e não um fim em si próprio. Estão “de bem” consigo mesmas e isso faz com que sua beleza “renda”.

     Respeitam seu biótipo e compreendem que não existe beleza sem saúde.

     Ao se cuidarem modificam o que pode ser modificado e convivem com o que não podem ou não querem.

     Compreendem que perfeição não existe e que beleza é muito mais que atração física.

     Filtram, através de sua tábua de valores, as informações externas e as submetem ao próprio julgamento. Fazem a si mesmas a pergunta “é bom para mim?”.

     Trocam a idéia de “padrão” pela individualidade. Compreendem que o conceito de beleza se aplica a todas as idades, formas, etnias.

     São vaidosas sem exageros.


                Dr. Marco Antonio De Tommaso
-  Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
-  Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
-  Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
-  Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010
-  Articulista da revista Boa Forma “No Divã”
-  Assessoria psicológica para modelos e agências
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

STRESS E EMAGRECIMENTO


STRESS E EMAGRECIMENTO – JUNTANDO A FOME E A VONTADE DE COMER

     Stress é uma alteração momentânea do equilíbrio do organismo para fazer frente a mudanças, pressões, tensões ou situações novas que nosso cérebro avalie como ameaçadora, independentemente de nossa vontade. Pressões de todos os tipos nos impelem a enormes necessidades de mudanças, atualizações, adaptações sem as quais não haveria progresso e isto se faz superando situações novas.

      A reação de stress consiste numa série de alterações físicas e psicológicas decorrentes do aumento da produção de adrenalina, nor adrenalina e cortisol pela supra-renal, visando deixar-nos atentos, em prontidão, num estado de máxima força e energia, para lutar ou fugir, como o faziam nossos antepassados diante de predadores. Visto por este prisma, o stress é ótimo instrumento para superação de problemas de curtíssimo prazo, findo os quais o organismo deve restabelecer seu equilíbrio, o que nem sempre acontece.

      Preocupações, trânsito caótico, medo do desemprego, problemas pessoais, de trabalho, de relacionamento, fiscalizações, auditorias, “engolir sapos”, mau humor do chefe, tem o mesmo mecanismo de nossos ancestrais quando lutavam ou fugiam de seus mamutes. Porém nossos “mamutes” não se resolvem por luta ou fuga... A adrenalina que eles “punham para fora” fica contida no nosso tempo...Prolongado o estado de alerta e prontidão, o stress, que não é doença, pode tornar-se o estopim para.

      Entre as reações bioquímicas ao stress estão as que visam fornecer o máximo de força e energia para luta ou fuga, com aumento da demanda de glicose para os músculos. Há aumento da produção do cortisol (que estimulará o centro da fome no hipotálamo) e de insulina (que metabolizará a glicose enviando-a para os músculos) e que irão aumentar a fome. Para piorar as coisas, haverá diminuição dos níveis de serotonina no cérebro (um neuro transmissor que, entre outras funções, acumula a de controle da saciedade). Daí para o prato ou para a geladeira é um pulo... Doces, bolos chocolates etc...

      Tudo converge para a produção de uma energia que não será utilizada.
      Além disso, o alimento reduz a ansiedade e os estados depressivos em curtíssimo prazo, reforçando o hábito de comer para aliviar o desconforto em resposta à tensão.

      JUNTAMOS A FOME COM A VONTADE DE COMER!  Comemos por razões físicas (fome via cortisol, insulina, serotonina) e psicológicas (comida para baixar a ansiedade) e, é claro, engordamos...
     
     Em “Stress e Emagrecimento (2)” veremos como o próprio programa de emagrecimento poderá ser estressante e o “tiro sair pela culatra...”


Dr. Marco Antonio De Tommaso
-  Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
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