sexta-feira, 3 de novembro de 2023

Como respirar numa crise de Pânico?

 

Como respirar numa crise de pânico

 

Durante uma crise de pânico, as técnicas de respiração podem ser muito úteis para ajudar a acalmar o corpo e a mente, aliviando os sintomas intensos que acompanham essa condição. Aqui estão algumas técnicas de respiração que são frequentemente recomendadas para lidar com uma crise de pânico:


  1. Respiração abdominal ou diafragmática:
    • Sente-se ou deite-se em um lugar confortável.
    • Coloque uma mão sobre o peito e outra sobre o abdômen.
    • Respire profundamente pelo nariz, permitindo que o abdômen se expanda enquanto o peito se move minimamente.
    • Expire lentamente pela boca, deixando o ar sair de forma controlada.
    • Concentre-se em manter um ritmo lento e constante de respiração.
  2. Respiração 4-7-8:
    • Sente-se em uma posição confortável.
    • Coloque a ponta da língua atrás dos dentes da frente, mantendo-a nessa posição durante todo o exercício.
    • Feche a boca e respire silenciosamente pelo nariz contando mentalmente até 4.
    • Segure a respiração e conte até 7.
    • Expire lentamente pela boca contando até 8.
    • Repita esse ciclo por algumas vezes, sempre mantendo o mesmo ritmo.
  3. Respiração igualmente espaçada:
    • Sente-se confortavelmente e feche os olhos, se desejar.
    • Respire pelo nariz contando mentalmente até uma contagem que se sinta confortável (por exemplo, 3 ou 4).
    • Em seguida, expire pelo nariz também contando até a mesma contagem.
    • Mantenha esse padrão respiratório, mantendo a mesma duração para a inspiração e expiração.
  4. Respiração visualizada:
    • Feche os olhos e visualize uma forma ou objeto simples, como um círculo ou quadrado.
    • Enquanto inspira, siga visualmente os contornos dessa forma em sua mente.
    • Ao expirar, continue a acompanhar a forma visualizada.
    • Essa técnica ajuda a manter o foco e a acalmar a mente.
  5. Contagem de respiração:
    • Sente-se ou deite-se confortavelmente.
    • Inspire naturalmente pelo nariz e, ao mesmo tempo, conte mentalmente "um".
    • Expire suavemente pelo nariz ou pela boca e, novamente, conte mentalmente "dois".
    • Continue contando até dez e depois comece novamente.

Lembrando que, durante uma crise de pânico, é importante tentar manter a calma e focar na sua respiração. Experimente diferentes técnicas para encontrar a que funciona melhor para você. Se as crises de pânico forem frequentes ou persistentes, é altamente recomendável buscar ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para obter orientação e tratamento adequados.

Fico a inteira disposição para orientá-lo sobre o tema!

11 97255 1945

 

 

 

                Dr. Marco Antonio De Tommaso

- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo

- Atuou no IPQ HCUSP em pesquisa e atendimento

- Ansiedade, pânico, depressão, compulsão alimentar, emagrecimento

- Credenciado pela Assoc Bras  para Estudo da Obesidade

- Articulista da revista Boa Forma “No Divã”

- Consultor da Unilever Dove de 2004 a 2010 (Campanha Pela Real Beleza)

- Assessoria psicológica para modelos e agências

- Consultor de psicologia do  site www.giselebundchen.com.br (em reformulação)

-  Atendimento online Adolescentes, adultos, casais.

 

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segunda-feira, 16 de outubro de 2023

Agorafobia: A pior consequencia do Pânico

 

Agorafobia a pior consequencia do pânico.

 

 

Você sabia que a agorafobia é considerada uma das piores consequências do transtorno do pânico? Entendemos o quão impactante essa condição pode ser em sua vida, e gostaríamos de compartilhar algumas informações para ajudá-lo(a) a compreender melhor essa relação.

 

O transtorno do pânico é caracterizado por ataques de pânico recorrentes e inesperados, que são episódios intensos de ansiedade acompanhados por sintomas físicos, como batimentos cardíacos acelerados, falta de ar, tonturas e medo de perder o controle ou até mesmo de morrer. Esses ataques podem ocorrer sem aviso prévio e deixar a pessoa assustada e insegura quanto ao seu bem-estar físico e emocional.

 

A agorafobia surge como uma resposta ao medo experimentado durante os ataques de pânico. É uma reação de proteção, onde a pessoa evita os lugares ou situações que acredita poder desencadear um novo ataque ou onde ela se sentiria vulnerável caso um ataque ocorresse. A agorafobia pode levar a uma restrição significativa em sua vida diária, limitando suas atividades e comprometendo sua qualidade de vida.

 

Imagine a sensação de medo e angústia ao evitar sair de casa, utilizar transportes públicos, ir a lugares lotados, como shoppings ou cinemas, ou até mesmo ficar sozinho(a) em determinados locais. Essa restrição pode impactar seus relacionamentos, suas oportunidades profissionais e até mesmo sua capacidade de desfrutar das coisas que antes eram prazerosas.

 

No entanto, queremos destacar que existem opções de tratamento eficazes para superar a agorafobia e recuperar sua liberdade. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem comprovada que pode ajudar a modificar os padrões de pensamento negativos e a enfrentar gradualmente as situações temidas.

 

Trabalhar com um terapeuta especializado em transtornos de ansiedade permitirá que você compreenda melhor seus medos e ansiedades, desenvolva estratégias de enfrentamento e se exponha de forma gradual às situações temidas. Você aprenderá a reestruturar seus pensamentos, reduzir a evitação e reconstruir sua confiança, passo a passo.

 

Entendemos que o processo de recuperação pode levar tempo e exigir esforço, mas com o apoio adequado, você pode superar a agorafobia e retomar o controle da sua vida. Encorajamos você a buscar a ajuda de um profissional qualificado em saúde mental para avaliação e desenvolvimento de um plano de tratamento personalizado.

 

Não deixe que a agorafobia continue limitando suas escolhas e oportunidades. Estamos aqui para apoiá-lo(a) nessa jornada de superação e recuperação.

 

 

 

 

 

terça-feira, 10 de outubro de 2023

A piora do pânico não tratado

 

A piora do pânico não tratado

 

A Síndrome do Pânico não tratada pode piorar com o tempo, causando consequências graves. As crises de pânico, imprevisíveis e avassaladoras, se repetem em diferentes locais, circunstâncias e horários, desencadeando medo e ansiedade intensos. Cada situação se torna um novo gatilho, levando a pessoa a evitar lugares e eventos temidos para evitar reviver esses episódios angustiantes. Esse medo constante acaba levando a uma reclusão total, afetando a vida social e profissional.

 

A ausência de tratamento adequado agrava o quadro. As crises podem se tornar mais frequentes e intensas, e outros transtornos, como agorafobia e depressão, podem surgir. É crucial buscar ajuda profissional para encontrar estratégias de tratamento eficazes.

 

O isolamento social e a restrição das atividades cotidianas se tornam uma realidade, impactando negativamente a qualidade de vida e a saúde mental. Por isso, é importante conscientizar sobre a importância de buscar apoio especializado. Terapias e medicações podem ser indicadas, visando identificar gatilhos, aprender técnicas de relaxamento e controle da ansiedade, e possibilitar a exposição gradual e controlada às situações temidas.

 

Não deixe a Síndrome do Pânico dominar sua vida. Busque ajuda, siga um plano de tratamento e recupere sua liberdade. Abrace o cuidado com a saúde mental e viva uma vida equilibrada. Você não está sozinho nessa jornada.

 

 

O que esperar na Terapia de Casal?

 

O que esperar da terapia de casal?

 

  1. Melhora na Comunicação: A terapia de casal ajuda os parceiros a aprenderem a se comunicar de maneira mais eficaz, expressando seus sentimentos e pensamentos de forma clara e respeitosa.
  2. Resolução de Conflitos: Os terapeutas auxiliam os casais a desenvolverem habilidades para identificar e resolver conflitos de maneira construtiva, evitando escaladas de desentendimentos.
  3. Fortalecimento do Vínculo: A terapia ajuda a fortalecer o vínculo emocional entre os parceiros, promovendo a intimidade e a conexão.
  4. Desenvolvimento de Habilidades de Convivência: Os casais aprendem estratégias para lidar com as diferenças e desafios cotidianos, tornando a convivência mais harmoniosa.
  5. Aprendizado de Ferramentas Práticas: Terapeutas fornecem ferramentas e exercícios práticos que os casais podem aplicar fora das sessões para melhorar o relacionamento.
  6. Identificação de Padrões de Comportamento: Os casais podem explorar padrões de comportamento que levam a conflitos e aprender a modificá-los.
  7. Mudança de Pensamentos e Crenças Negativas: A terapia ajuda a identificar e modificar pensamentos e crenças prejudiciais que afetam o relacionamento.
  8. Aumento da Satisfação Sexual: Terapeutas podem auxiliar a resolver problemas íntimos e melhorar a satisfação sexual no relacionamento.
  9. Prevenção de Problemas Futuros: A terapia não só trata de problemas atuais, mas também ajuda a prevenir problemas futuros, fortalecendo o relacionamento como um todo.
  10. Suporte Profissional: Terapeutas são treinados para fornecer apoio emocional imparcial e orientação, o que pode ser especialmente útil em momentos de crise.
  11. Confiança e Segurança: A terapia cria um ambiente seguro para compartilhar preocupações e vulnerabilidades, fortalecendo a confiança entre os parceiros.
  12. Melhoria da Qualidade de Vida: Um relacionamento mais saudável contribui para o bem-estar geral, diminuindo o estresse e a ansiedade.
  13. Crescimento Pessoal: A terapia pode levar a um maior autoconhecimento e crescimento pessoal, à medida que os parceiros exploram suas próprias necessidades e desejos.
  14. Empoderamento para Tomar Decisões: Os casais podem se sentir mais capacitados para tomar decisões conjuntas e individuais relacionadas ao relacionamento.
  15. Suporte em Momentos de Transição: A terapia de casal é benéfica em momentos de transição, como casamento, parentalidade, ou mudanças significativas na vida.
  16. Relacionamentos podem e devem ser tratados e aprimorados.

 

Dr. Marco Antonio De Tommaso

 

 - Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo

- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento –

- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade

- Tratamento da ansiedade, emagrecimento, compulsão alimentar

 - Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010

- Articulista da revista Boa Forma “ Divã”

- Assessoria psicológica para modelos e agências

- Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br (em reformulação)

 

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quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Desvendando a Depressão

 

Desvendando a Depressão: Compreensão e Caminhos para a Cura

A Depressão, o transtorno psicológico mais comum, afeta significativamente nossa sociedade. Cerca de 5% das pessoas vivenciam a depressão em algum momento de suas vidas. Entre 20-25% das mulheres e 7-12% dos homens já experimentaram ou experimentarão a depressão ao longo da jornada. Essa condição pode atingir qualquer indivíduo, em qualquer fase da vida.

A marca central da depressão é a tristeza profunda, que persiste na maior parte dos dias e se associa a uma perda marcante de interesse e prazer. Isso pode ser acompanhado por mudanças no apetite e no peso, distúrbios de sono, fadiga constante, lentidão de movimentos e desinteresse geral. A irritabilidade muitas vezes aumenta, afetando relacionamentos próximos.

O pessimismo característico da depressão molda uma visão sombria da vida, fazendo com que o indivíduo acredite que o mal-estar nunca terá fim e que a felicidade não é mais possível. Sintomas físicos como dores de cabeça e musculares também são comuns. Em situações mais graves, a depressão pode levar a tentativas de suicídio ou homicídio.

Um mito persistente sobre a depressão é associá-la à fraqueza ou falta de caráter, quando na verdade é uma condição complexa, causada por uma interação de fatores genéticos, familiares, neuropsíquicos, hormonais e psicológicos.

O tratamento da depressão abrange o uso de medicamentos antidepressivos e a Terapia Comportamental e Cognitiva. Estudos indicam que a psicoterapia pode ser mais eficaz a longo prazo, pois não só ajuda na gestão dos sintomas, mas também proporciona autoconhecimento e habilidades para enfrentar futuros episódios depressivos.

Se você ou alguém próximo está enfrentando a depressão, saiba que há caminhos para a cura.

Entre em contato! Vamos conversar. Conheça como a psicoterapia pode ajuda-la (o) a vencer a depressão.

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Dr. Marco Antonio De Tommaso
-  Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
-  Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
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-  Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010

-  Articulista da revista Boa Forma “ Divã”

-  Atendimento online

-  Ansiedade, pânico, stress, depressão , compulsão alimentar, emagrecimento
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quinta-feira, 3 de agosto de 2023

TERAPIA DE CASAL

 

TERAPIA DE CASAL

 

A terapia de casal é uma abordagem terapêutica que visa ajudar os casais a lidarem com os desafios e problemas que surgem em seus relacionamentos. Essa forma de terapia envolve a participação de um terapeuta especializado em terapia de casais, que atua como mediador e facilitador do processo de comunicação e compreensão mútua.

 

Quando um casal decide buscar terapia, geralmente é porque estão enfrentando dificuldades em seu relacionamento. Essas dificuldades podem incluir problemas de comunicação, falta de intimidade, desconfiança, infidelidade, divergências na criação dos filhos, questões financeiras, entre outros. A terapia de casais oferece um espaço seguro e neutro para que esses problemas possam ser explorados e trabalhados de forma construtiva.

 

Durante as sessões de terapia de casais, o terapeuta busca auxiliar o casal a desenvolver habilidades de comunicação eficazes, a compreender e expressar suas necessidades e emoções de maneira saudável, além de ajudar a identificar padrões negativos de comportamento e pensamento que possam estar prejudicando o relacionamento.

 

Um dos objetivos principais da terapia de casais é melhorar a qualidade da comunicação entre os parceiros. Muitas vezes, os casais podem ficar presos em ciclos de discussões improdutivas ou se sentirem incompreendidos pelo outro. O terapeuta trabalha para ensinar técnicas de comunicação não violenta, empatia e escuta ativa, para que o casal possa se expressar de forma clara e compreender as necessidades e pontos de vista do parceiro.

 

Além disso, a terapia de casais também visa fortalecer o vínculo emocional e a intimidade entre os parceiros. O terapeuta pode propor atividades e exercícios que promovam a conexão emocional, incentivando gestos de afeto, apoio mútuo e reconstrução da confiança.

 

É importante ressaltar que a terapia de casais não é uma solução mágica para todos os problemas de um relacionamento, mas pode ser um valioso recurso para auxiliar os casais a enfrentarem suas dificuldades e trabalharem juntos na construção de um relacionamento mais saudável e satisfatório.

 

Em alguns casos, a terapia de casais pode resultar na reconciliação e no fortalecimento do relacionamento. Em outros casos, pode ajudar os parceiros a tomarem decisões mais conscientes sobre o futuro do relacionamento, inclusive a possibilidade de separação, caso seja considerado o melhor caminho para ambos.

 

Em suma, a terapia de casais é uma ferramenta poderosa para ajudar os casais a superarem desafios, fortalecerem a comunicação, reconstruírem a intimidade e alcançarem um relacionamento mais saudável e satisfatório. Ao buscar a terapia de casais, os parceiros demonstram um compromisso em investir em seu relacionamento e trabalhar para alcançar um futuro melhor juntos.

 

quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Ansiedade e desempenho Sexual


ANSIEDADE E DESEMPENHO SEXUAL 

A ansiedade pode ter um impacto significativo no desempenho sexual de uma pessoa. O estado emocional de ansiedade pode afetar negativamente a excitação, o desejo, a lubrificação e a capacidade de atingir o orgasmo, tanto em homens como em mulheres. Vamos discutir alguns dos principais efeitos da ansiedade no desempenho sexual:

 

Diminuição do desejo sexual: A ansiedade pode reduzir o interesse e a libido, fazendo com que a pessoa perca o interesse pelo sexo ou sinta dificuldade em se excitar.

 

Disfunção erétil: Em homens, a ansiedade pode levar à disfunção erétil, dificultando a obtenção ou manutenção de uma ereção suficiente para o sexo.

 

Disfunção sexual feminina: Nas mulheres, a ansiedade pode causar problemas como dificuldade de lubrificação vaginal, diminuição da sensibilidade ou dificuldade de alcançar o orgasmo.

 

Ejaculação precoce: Em alguns homens, a ansiedade pode levar à ejaculação precoce, onde o orgasmo ocorre rapidamente após o início da atividade sexual, antes que o casal esteja satisfeito.

 

Dificuldade de concentração: A ansiedade pode levar a uma falta de concentração durante o ato sexual, tornando difícil focar no momento presente e nas sensações físicas.

 

Sentimentos de inadequação: A ansiedade pode levar a sentimentos de inadequação ou insegurança em relação ao desempenho sexual, o que pode aumentar ainda mais os níveis de ansiedade durante o sexo.

 

Evitação de intimidade: Pessoas ansiosas podem evitar o sexo ou a intimidade física com seus parceiros para evitar sentir-se ansiosas ou temer o fracasso sexual.

 

É importante notar que a ansiedade relacionada ao desempenho sexual pode criar um ciclo vicioso. A pessoa pode ficar ansiosa antes do sexo, o que pode levar a problemas de desempenho, aumentando ainda mais a ansiedade para a próxima vez.

 

Se a ansiedade estiver afetando negativamente o desempenho sexual, é essencial procurar ajuda profissional. Psicólogos ou médicos especializados em saúde sexual podem ajudar a identificar as causas subjacentes da ansiedade e fornecer estratégias para gerenciá-la. Além disso, uma comunicação aberta com o parceiro sobre as preocupações e medos pode ajudar a reduzir a pressão e a ansiedade associadas ao sexo.

 

Lembrando que a ansiedade ocasional antes de um encontro sexual ou de situações novas é normal, mas se a ansiedade estiver afetando negativamente sua vida sexual e relacionamento, buscar ajuda profissional é uma escolha saudável para melhorar a qualidade de vida e o bem-estar emocional.