Dr Marco Tommaso é psicólogo e psicoterapeuta pela U.S.P.Atuou em pesquisa e atendimento no IPQ HC USP. É credenciado pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade. Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010. Assessoria psicológica para modelos e agências. Colunista da revista Boa Forma. Especialista em transtornos de ansiedade e de personalidade, transtornos alimentares e acompanhamento psicológico em programas de emagrecimento. Colunista de psicologia do site www.giselebundchen.com.br.
domingo, 9 de abril de 2017
quarta-feira, 29 de março de 2017
SAI DO REGIME! E AGORA?
"SAIR
DO REGIME" -
Consequências psicológicas do deslize nutricional
Todas
as pessoas que se submetem à reeducação
alimentar visando emagrecimento estão sujeitas a algum deslize. Comemorações, eventos sociais, momentos de
stress ansiedade, erros dietéticos, seja lá o que for. A um "pé na jaca".
Como
isso se reflete na esfera psicológica?
Pensamentos tipo "tudo ou nada" são comuns em pessoas que precisam emagrecer.
Um bombom pode levar à caixa toda. Um deslize, ao abandono do processo. Outros,
movidos pela culpa, tentam compensar mergulhando em dietas absurdas,
restritivas (e como existem...), plantando sementes para uma compulsão
alimentar, outros trocam até de profissional.
O que
fazer quando isso acontecer?
Aceitar
o fato, procurar com tranquilidade voltar a uma alimentação saudável já na
próxima refeição. Trocar a culpa pela
responsabilidade. Procurar identificar o que precipitou o acontecimento. Fome?
Erro dietético? Tensão, preocupação,
stress, ansiedade? Ocorreu algum fato precipitante? Tédio?
Não esqueça que a
reeducação nutricional é um aprendizado que você levará para toda a vida , se
quiser se manter magra. E isso inclui,
sim, lidar com essas situações.
A
culpa não vai levar a lugar algum. A responsabilidade e a tranquilidade sim.
Lembre-se
do primeiro mandamento no resgate da autoestima: NÃO SE LAMENTE! FAÇA! . ERROU?
CORRIGE! . CAIU? LEVANTA!. Erro não é prova
de incapacidade, mas oportunidade para aprender algo.
Como
disse uma querida amiga no consultório, após ter comido um sonho e voltado
imediatamente ao normal: "NÃO PERMITA Q UE O SONHO SE TRANSFORME EM
PESADELO "! Sabias palavras!
Até a
próxima!
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de2004 a 2010
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de
- Tratamento da ansiedade e da compulsão
alimentar
- Articulista da revista Boa Forma “ Divã”
- Assessoria psicológica para modelos e agências
- Assessoria psicológica para modelos e agências
Rua
Bento de Andrade, 121 Jardim Paulista
São Paulo
terça-feira, 7 de março de 2017
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Caras amigas,
Em 08/03/1857 em Nova Iorque 129 mulheres morreram queimadas em uma tecelagem. Reivindicavam 10 horas de jornada de trabalho, melhores condições salariais (percebiam 30% do que ganhavam os homens) e licença maternidade.
Em 1911 a UNESCO criou o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, em alusão ao terrível fato, parecendo antever que anos depois a mulher, enfrentando 10 000 anos de patriarcado, iniciaria um vitorioso movimento de emancipação que, embora ainda não concluído, é um marco na história da humanidade.
A você, mulher, minha sincera admiração e homenagem.
Em 08/03/1857 em Nova Iorque 129 mulheres morreram queimadas em uma tecelagem. Reivindicavam 10 horas de jornada de trabalho, melhores condições salariais (percebiam 30% do que ganhavam os homens) e licença maternidade.
Em 1911 a UNESCO criou o DIA INTERNACIONAL DA MULHER, em alusão ao terrível fato, parecendo antever que anos depois a mulher, enfrentando 10 000 anos de patriarcado, iniciaria um vitorioso movimento de emancipação que, embora ainda não concluído, é um marco na história da humanidade.
A você, mulher, minha sincera admiração e homenagem.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
MANUTENÇÃO DO NOVO PESO: ETERNA VIGILÂNCIA
MANUTENÇÃO DO NOVO PESO: ETERNA VIGILÂNCIA
Um antigo mestre dizia "o custo da manutenção do peso
pós emagrecimento é a eterna vigilância".
Sem obsessões, ainda é atual, já que a obesidade é doença
crônica e só tem tratamento. Nenhum gordo se torna"magro", mas estará
magro se e enquanto mantiver estilo de vida magro.
Num projeto de emagrecimento a manutenção é o mais difícil.
Novos comportamentos deverão ser praticados pelo resto da vida. Por isso, o
índice das pessoas que emagrecem e conseguem manter o novo peso é muito
pequeno.
Diversos fatores dificultam a manutenção:
·
os fatores que levaram a pessoa a engordar estão
lá, intocados e tentarão fazer voltar o
velho peso.
·
se a pessoa emagreceu com uma dieta muito restrita
não houve aprendizado nutricional suficiente para uso permanente e isso dificultará o processo.
·
o peso muda antes que a cabeça e, se essa não
mudar, o velho peso estará de volta.
·
queda da motivação, e essa deverá ser permanente
·
cessam os reforços sociais.
·
falta de preparo emocional para a nova fase, o
novo papel.
·
tendência a negligenciar a continuidade do
processo
·
readaptação pessoal social ao papel de magro
(resocialização)
·
reconstrução da imagem corporal (autoimagem)
A importância do autoconhecimento psicológico é
fundamental para a continuidade do
processo. As emoções deverão estar no lugar.A ansiedade, stress, depressão
deverão ser trabalhadas, se a pessoa quiser continuar magra, sejam elas causa
ou efeito. Deverão ter sido desenvolvidas a perseverança, a tolerância à
frustração.
Como vemos, não há exagero em dizer que "o preço do
novo peso é a eterna vigilância", sem obsessões, mas com responsabilidade.
Emagrecer é muito mais do que fazer mais uma dieta por algum tempo e perder
algum peso.É toda a reformulação de um estilo de vida que envolve aspectos
médicos, nutricionais e PSICOLÓGICOS, os mais negligenciados.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de2004 a 2010
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de
- Tratamento da ansiedade e da compulsão
alimentar
- Articulista da revista Boa Forma “ Divã”
- Assessoria psicológica para modelos e agências
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- Consultor de psicologia do site www.giselebundchen.com.br (Em
reformulação)
Rua
Bento de Andrade, 121 Jardim Paulista
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-
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
AUTOSSABOTAGEM NO EMAGRECIMENTO?
De certa
maneira, todos temos pontualmente pensamentos negativos em relação a nossas
metas e projetos. A dúvida,o desconhecido, o ainda não realizado geram
ansiedade e, ao preenchermos o hiato entre o presente e o futuro poderemos ter
momentos de vacilo.
No
emagrecimento é comum pessoas se perderem quando estavam no caminho certo.
Desde um
deslize eventual na parte nutricional até pensamentos negativos podem
desencadear o processo. Pior,muitas ocorre fora da consciência, como se o
candidato tivesse um ganho secundário permanecendo gordo, não se sentindo
merecedor do resultado positivo.
Frequentemente
isso ocorre quando a meta está próxima... Um derivado do "medo de ser
feliz". A manifestação consciente pode começar com um deslize nutricional
que poderia ser facilmente revertido. Um ato falho,como esquecer o lanche da
tarde, ou fazer uma dieta mais rígida do necessário. Ou uma concessão
consentida.Um exemplo clínico: a pessoa volta feliz da nutricionista, perdeu
algum peso e "comemora"...comendo...Parece ter uma pseudo auto
suficiência momentânea..."Quando quiser volto a emagrecer"...Ou
"perdi 2 kg,se eu engordar meio,estou no lucro...".Passa o boi e
depois a boiada toda...Vem a culpa e a sensação de descontrole...Outros pensamentos
sabotadores podem antecipar grandes deslizes ; "eu mereço", "só
hoje", "quer saber?" e outros. Promessas feitas hoje e que não
serão cumpridas amanhã. Simples formas de tentar diminuir a ansiedade que virá
reforçada pela culpa.
A
autossabotagem é mais frequente em longos históricos de tentativas de
emagrecimento, onde a imagem corporal tenha sido alterada e , com ela,a
autoestima. Sabemos que a baixa autoestima é o denominador comum nos
transtornos alimentares.
Se você se
identifica com um desses exemplos observe que, sempre que há um conflito entre
a consciente vontade de emagrecer e fatores inconscientes contrários, vence o
lado inconsciente.
Se a
autossabotagem estiver presente e não for tratada, põe por terra os mais
competentes projetos médico-nutricionais. A pessoa quer e não quer a mesma
coisa ao mesmo tempo.
Nestes
casos, a abordagem psicológica é fundamental. Essa autossabotagem deverá ser
identificada e tratada.
Dr. Marco Antonio De Tommaso
- Psicólogo e psicoterapeuta pela Universidade de São Paulo
- Atuou no IPQ HC USP em pesquisa e atendimento
- Credenciado pela Assoc Bras para Estudo da Obesidade
- Consultor da Unilever - Dove de2004 a 2010
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- Tratamento da ansiedade e da compulsão alimentar
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
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