Quase nunca a crise aparece “do nada”.
Ela costuma ser o ponto final de um corpo que já estava em alerta há muito
tempo.
Excesso de cobrança.
Emoções engolidas.
Responsabilidades sem pausa.
Medos acumulados.
O pânico não é fraqueza.
É um sistema de alarme que ficou sensível demais.
Quando o corpo não encontra espaço para descarregar tensão,
ele dispara.
Tratar pânico é também aprender a ouvir esses sinais antes
que virem crise.
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