Depois de algumas crises, algo muda:
a pessoa passa a vigiar cada batimento, cada respiração, cada tontura.
O corpo vira uma ameaça.
A confiança interna se rompe.
Esse é um dos núcleos do transtorno do pânico.
O tratamento não é “ignorar o corpo”,
mas reconstruir, passo a passo, a sensação de segurança interna.
Confiança se reaprende.
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