TOMMASO PSICOLOGIA
Dr Marco Tommaso é psicólogo e psicoterapeuta pela U.S.P.Atuou em pesquisa e atendimento no IPQ HC USP. É credenciado pela Associação Brasileira para Estudo da Obesidade. Consultor da Unilever - Dove de 2004 a 2010. Assessoria psicológica para modelos e agências. Colunista da revista Boa Forma. Especialista em transtornos de ansiedade e de personalidade, transtornos alimentares e acompanhamento psicológico em programas de emagrecimento. Colunista de psicologia do site www.giselebundchen.com.br.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Quero convidar você para a live de amanhã: SÌNDROME DO PÂNICO
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
É POSSÍVEL VIVER SEM MEDO DE SENTIR MEDO
Esse é o objetivo do tratamento bem conduzido.
Não eliminar emoções,
mas eliminar o terror diante delas.
Quando o corpo reaprende que está seguro,
a liberdade começa a voltar.
Sem promessas mágicas.
Sem atalhos perigosos.
Com psicoterapia, técnica e tempo.
📌 Há caminho.
📌
Há tratamento.
📌
Há recuperação.
Conheça o SOS PÂNICO!
Envie mensagem para 11 97255 1945!
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
"E se eu enlouquecer??"
Esse pensamento assusta muito.
E aparece com frequência no pânico.
Mas o pânico não leva à loucura.
Ele não rompe com a realidade.
Ao contrário: quem tem pânico costuma estar hiperconsciente
do que sente.
Esse medo faz parte do próprio transtorno —
e desaparece à medida que a pessoa compreende e trata o processo.
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Evitar alivia… ATÉ APRISIONAR.
Evitar lugares, situações ou sensações parece ajudar no
início.
Mas, aos poucos, o medo começa a mandar.
A pessoa deixa de ir.
De fazer.
De viver.
Isso não é escolha consciente.
É um mecanismo de proteção que saiu do controle.
A agorafobia nasce assim:
tentando se proteger do medo.
E é justamente isso que precisa ser tratado.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Coração Acelerado não é infarto!
Esse é um dos maiores medos durante a crise.
E também um dos mais estudados.
No pânico, o coração acelera por ativação do sistema de
alarme,
não por falha cardíaca.
O problema não é o coração.
É o medo do que esse sintoma significa.
Quando a pessoa entende isso profundamente,
a crise começa a perder poder.